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No Banco Sul-Americano do Brasil
(1960/63), localizado na avenida Paulista, em São
Paulo, destaca-se o racionalismo da arquitetura de Levi.
Para ele, o projeto era um problema a ser equacionado
e resolvido - traço de sua formação
na Itália, onde foi colega de turma de Giuseppe
Terragni, Luigi Figini, Gino Pollini e Adalberto Libera.:
A estrutura, a solução de brises, tudo
passava por análises técnicas, nas
quais estavam em jogo conhecimentos científicos.
Faziam parte de seus projetos cálculos matemáticos,
acústico e gráficos de insolação.
O arquiteto seguia algumas diretrizes na elaboração
das propostas: primeiro agrupava áreas de usos
afins e funções, depois estudava o fluxo
de circulação e, por último, a
flexibilidade das plantas. Indo na direção
contrária da especialização, Levi
foi especialista em arquitetura. Assim foi com os cinemas
e auditórios - do sucesso do Ufa-Palácio
(1936) até o Cultura Artística (1943),
em São Paulo
- e com os hospitais - do concurso da Maternidade Universitária
(1945) à experiência na Venezuela (1960).
Texto resumido a partir de reportagem
de Fernando Serapião
Publicada originalmente em PROJETODESIGN
Edição 262 dezembro 2001
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