|
|
 |
 |
 |
| |
Una Arquitetos
Estações de ônibus, Grande São Paulo-SP
|
|
| |
|
|
| |
| Seis
projetos utilizam três tipologias |
|
|
| |
|
| |
Em 1999,
o escritório Una Arquitetos foi contratado para detalhar
seis estações de ônibus intermunicipais,
todas localizadas na Grande São Paulo. Esses projetos
integram um plano geral de interligação dos sistemas
de transporte da EMTU - Empresa Metropolitana de Transportes
Urbanos, denominado "troncalização".
Incluem terminais, estações de transferências
e pontos de parada.
O plano geral engloba 32 estações,
com traço inicial realizado por três escritórios
paulistas: 12 foram desenvolvidas por Lúcio Gomes
Machado e Eduardo de Jesus Rodrigues, dez por João
Walter Toscano e outras dez últimas, por Roberto
Mac Fadden (PROJETODESIGN 240).
A leitura pontual e precisa da situação de
cada local, aliada às mudanças em diversas condicionantes
levou os arquitetos do Una a refazer completamente os projetos,
após consulta aos autores.
O projeto desenvolvido levou à criação
de três tipologias que, de forma geral, podem ser
definidas pelo tipo de cobertura e pelo sistema de circulação
dos ônibus.
Publicada originalmente em PROJETODESIGN, Edição
263 Janeiro 2002 |
|
 |
 |
 |
 |
| |
1.
A mais simples
foi usada nas estações
Embu-Centro e Cotia-Caucaia do Alto.
A plataforma única possibilita
a continuidade do passeio público e
largos recuos que separam a rua da cobertura,
minimizando o impacto urbano na pequena localidade
de Caucaia do Alto.
Com capacidade para seis ônibus, ela
é coberta por vigas metálicas
em balanço, apoiadas em duas seqüências
de pilares centrais de concreto. Os veículos
entram por um lado, circulam em torno da plataforma
e saem por outro.
No intervalo entre os dois pilares, a cobertura
translúcida permite a entrada de luz
para os sanitários e locais de apoio.
|
| |
 |
|
|
 |
| |
 |
Terminal Caucaia do Alto
1. Plataforma 2. Acesso de usuários
3. Posto policial-Correio |
|
|
 |
 |
 |
 |
2. |
 |
| |
 |
| |
 |
Terminal
Carapicuíba/km 21
1. Plataforma 2. Acesso de usuários
3. Acesso de veículos 4. Plataforma
da CPTM 5. Passagem subterrânea
6. Córrego Carapicuíba
7. Projeção
do Rodoanel 8. Parque Ecológico
dos Paturis 9. Cohab 10. Avenida dos
Autonomistas |
|
|
|
Vista em planta, a segunda tipologia, aplicada
em Itapevi e Carapicuíba, pode parecer
uma ampliação da primeira.
O corte transversal revela a diferença:
a cobertura das plataformas é apoiada em
uma única seqüência de pilares
centrais e as vigas em balanço são
levemente curvas; sob ela estão parcialmente
abrigadas todas as áreas de apoio, acessos
inclusive.
Os veículos não circulam ao redor
das plataformas. Há oito coberturas, cujos
comprimentos variam de acordo com o desenho do terreno,
delimitado numa extremidade por um córrego.
A área de travessia é coberta
por uma extensão apoiada na própria
cobertura. Como apenas as áreas de embarque
são cobertas, não há necessidade
de sistemas de exaustão de gases.
A ligação com a estação
ferroviária ocorre por uma passagem subterrânea. |
|
|
 |
 |
 |
 |
| |
|
|
|
| |
3.
Na última tipologia,
de Jandira e Ribeirão Pires, as
plataformas são paralelas à linha
férrea. Em Ribeirão Pires, ficam
uma em cada lado da linha do trem, cobertas por
uma única água levemente curva.
O balanço
da cobertura é único e a estrutura
necessita de um sistema de mãos-francesas
para estabilizar-se.
Esse projeto interage com o conjunto histórico
da cidade, constituído, entre outros,
por uma estação ferroviária
do final do século 19.
A ligação entre as duas plataformas
é realizada por uma passarela a ser implantada
no eixo visual do largo da matriz, que interligará,
com segurança, os dois lados da cidade.
|
|
 |
| |
 |
| |
| |
 |
Terminal Ribeirão
Pires
1. Linha férrea 2. Plataforma 3. Circulação
de ônibus 4. Via projetada
5. Passarela projetada 6. Passarela da CPTM
7. Museu da Cidade
(estação do século 19)
8. Largo da Matriz 9. Matriz |
|
 |
|
|
|
|