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Com dois pavimentos, o laboratório
médico está localizado em área
movimentada e valorizada da capital alagoana.
O partido e a volumetria do edifício caracterizam-no,
segundo a arquiteta, como caixa fechada, na qual
predomina a racionalidade de linhas retas.
Volumes retangulares brancos, que contêm jardins
internos, percorrem toda a extensão lateral
do prédio, fornecendo iluminação
natural e reforçando a linguagem retilínea
do projeto.
Essas caixas, fechadas, também ajudam a resguardar
a edificação do barulho externo.
Elas contrastam com o painel envidraçado da
fachada frontal, na qual películas adesivas
simbolizam a imagem de partes de uma célula.
Na recepção, com pé-direito duplo,
destaca-se o balcão para atendimento simultâneo
de pacientes.
Nos acabamentos e mobiliário, predominam materiais
de fácil manutenção e assepsia,
como pedras, vidro
e plástico.
Texto resumido a partir de reportagem
de Evelise Grunow
Publicada originalmente em PROJETODESIGN
Edição 265 Março 2002
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