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Luciene Quel e Hector
Vigliecca
Proposta para Modernização do Conjunto Desportivo
Constâncio Vaz Guimarães |
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Com proposta que inclui a criação
de uma nova edificação, a equipe coordenada
por Luciene Quel e Hector Vigliecca venceu o Concurso
Nacional para Modernização do Conjunto
Desportivo Constâncio Vaz Guimarães,
o Ibirapuera, em São Paulo.
Em segundo e em terceiro lugares ficaram
os trabalhos apresentados pelos arquitetos Luciano Margoto
Soares e Francisco Spadoni, respectivamente. As equipes
de Jaime Marcondes Cupertino e Luciano Afonso Dala Marta
receberam menções honrosas. Todos
os escritórios premiados são paulistas.
O objetivo do concurso, promovido pelo governo do Estado
e organizado pelo IAB/SP, foi escolher um projeto de
modernização do Ibirapuera, para
que ele possa sediar importantes competições
esportivas e tornar-se um grande centro de entretenimento,
com serviços, lojas e restaurantes.
Das 155 equipes inscritas, 47 entregaram trabalhos,
que foram julgados pelos arquitetos Roberto Aflalo Filho,
Jerônimo Bonilha, Alfred Talaat, Aldo Barbieri,
Marc Rubin e Eduardo de Castro Mello (consultor).
Construção no gabarito do estádio
A idéia básica do projeto vencedor
é a execução de uma grande edificação
no mesmo gabarito do estádio, que, além
de incorporá-lo, agrega o conjunto aquático
e o Ginásio Mauro Pinheiro. Essa proposta deixará
livre a área do Ginásio Geraldo José
de Almeida, mais conhecido como Ibirapuera.
A nova construção abrigará alojamentos,
federações e centros de compras, de convenções
e de imprensa. O projeto também dotará
o conjunto de uma praça
e criará conexão subterrânea
para pedestres a outra praça, contígua
à primeira.
Na porção sudoeste do terreno, próximo
à área de eventos, estará localizada
a garagem subterrânea, com capacidade para 733
veículos. A comissão julgadora afirmou
que o projeto corresponde às expectativas de
modernização, mas sugeriu revisões,
como o aumento da quantidade de vagas nos estacionamentos
e a reavaliação dos critérios de
circulação.
Parede curva destaca o ginásio
A equipe classificada em segundo lugar criou
um “edifício-conexão” que cruza
o terreno na diagonal, tangenciando o estádio
e o conjunto aquático. O térreo desse
prédio seria destinado a recreação
e lazer, com atividades multifuncionais, esportivas,
comércio, alimentação, sede de
confederações e acesso ao subsolo.
Na esplanada superior, além de mais espaços
para comércio, alimentação e confederações,
estariam situados os acessos às áreas
esportivas.
A face desse edifício voltada para o ginásio
do Ibirapuera possuiria desenho curvo, criando
pano de fundo para a edificação existente.
Para os estacionamentos, a solução adotada
seria a criação de dois subsolos.
Eixo paralelo ao conjunto aquático
O projeto classificado em terceiro lugar
propõe a integração de todos os
pavimentos em uma
única edificação horizontal,
que agruparia centro de eventos, alojamentos e área
de recreação.
O prédio estaria situado na esquina oposta ao
ginásio do Ibirapuera.
A proposta prevê eixo de implantação
paralelo ao conjunto aquático, que receberia
uma nova estrutura composta por cinco pórticos,
fechada por sistema retrátil.
Texto resumido a partir de reportagem
de Cibele Felix
Publicada originalmente em PROJETODESIGN
Edição 281 Julho de 2003
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1° lugar: Luciene Quel e Hector Vigliecca
Equipe: Ruben Otero, Lílian Hun, Ana Carolina Penna,
Ronald Fiedler, Mário Rodrigues, André Luque,
Virgínia Mondon, Maíra Carrilho, Indiana
Marteli, Fábio de Bem, João Otuki e Jorge
Casteran |
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2° lugar: Luciano Margoto Soares,
Marcelo Ursini e Sérgio Souza
Equipe: Alexander Miyoshi, André Ciampi, Luís
Cláudio Marques, Lílian Martins e Alessandro
Siqueira
(imagem eletrônica) |
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3° lugar: Francisco Spadoni
Equipe: Selma Bosquê, Alexandre Nalin, Lauresto
Esher,
Jaime Vega, Alice Lima, Felipe Annunziato, Gustavo Jacob,
Carlos Packer, Raymundo de Paschoal, Luciano Bernini,
Alexandre Spadoni e Nelson Kon |
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