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Na proposta da equipe de Jaime Cupertino - integrada também por Kiyoshi Urazoe, Tatiana Fuenes, Haile Nunes, Marcela Neves, Erica Bettiol, Marcos Roberto Samia, Ricardo França e Décio Fleury -, a volumetria deriva, segundo o arquiteto, da grande massa construída. Pela conformação triangular do lote, avalia Cupertino, a melhor acomodação se daria no limite norte. O projeto optou por apoiar o edifício no nível da futura avenida de acesso, reservando a parte baixa do terreno para o estacionamento, parcialmente em subsolo. Para reduzir o impacto da massa construída, os dois extremos da edificação soltam-se do chão, recurso que, para o autor, reforça o caráter monumental do conjunto. Uma grande laje que intercepta os volumes dos dois auditórios, interligando-os e travando-os estruturalmente, acentua a horizontalidade do partido. Para chegar ao salão principal, foi previsto o acesso por rampa. Diferente das outras propostas premiadas, a de Cupertino desloca a sala Black Box do corpo principal do edifício, com a intenção de que ela pudesse transformar-se em palco de grandes espetáculos ao ar livre.
Texto resumido a partir de reportagem
Publicada originalmente em PROJETODESIGN
Edição 329 Julho de 2007
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