De acordo com o empreendedor, desde o princípio o projeto do bairro Cidade Pedra Branca buscou fugir do conceito de condomínios fechados e integrar-se ao município onde se localiza. O empreendimento foi idealizado como um núcleo sustentado com preservação do meio ambiente e no qual o pedestre recebeu tratamento privilegiado. Quando totalmente implantado (período de tempo estimado entre 10 e 15 anos), o bairro-cidade deverá abrigar população de 30 mil pessoas.
O Pedra Branca é constituído por núcleos projetados de forma a permitir que moradores e usuários acessem rapidamente a zona comercial. Uma rede de ciclovias obedece ao mesmo padrão viário, oferecendo rotas alternativas que realçam a visão da cordilheira circundante. Bolsões de áreas verdes, praças e um parque linear ao longo do riacho e do lago criarão oportunidades para encontros e para aproveitar a vida ao ar livre. “O novo urbanismo propõe morar, trabalhar, estudar e se divertir ao alcance de uma pequena caminhada”, explica a urbanista Sílvia Lenzi.
Para desenvolver as quadras de múltiplo uso do Pedra Branca foram contratados vários escritórios de arquitetura. Além de participar da coordenação, o escritório Jaime Lerner também desenhou o Centro Cultural Pedra Branca, que, entre outras instalações, terá um teatro com 800 lugares e um anfiteatro ao ar livre. Os escritórios Desenho Alternativo, Mantovani e Rita, Marchetti e Bonetti, MOS Arquitetos Associados, RC Arquitetura, Ruschell e Teixeira Netto e Studio Domo completam o time. O paisagismo é de Benedito Abbud. |