Flávio Agostini, Frederico Bernis e Juliana Myrrha
Café e charutaria, Belo Horizonte-MG
- Detalhes
- 23 de Setembro de 2004. Visitas: 37.609
Fichas técnicas
Fornecedores
Plantas, cortes e fachadas
Múltiplos efeitos de luz valorizam os ambientes do café e charutaria
Flexibilidade espacial e luminosa
Um dos poucos equipamentos fixos do edifício do café e charutaria, projetado pelos arquitetos Flávio Agostini, Frederico Bernis e Juliana Myrrha, é o balcão longitudinal do térreo.
Mesas, expositores e até o umidor - ambiente fechado destinado ao correto armazenamento de charutos - são dotados de rodízios e ferragens especiais, como trilhos embutidos no forro, que permitem arranjos espaciais diversos.
A luminotécnica setorizou os variados tipos de lâmpadas em 21 circuitos independentes, a fim de proporcionar múltiplos efeitos de luz .
Embora seja elemento fixo, enfatizam os autores, o balcão de atendimento também se adapta ao conceito arquitetônico, já que os recortes irregulares feitos no tampo de madeira favorecem ambientações diversificadas.
Em decorrência do programa, o que predomina é a linguagem sóbria dos interiores, sobretudo pela utilização de materiais e acabamentos em tons escuros.
Mesas, expositores e até o umidor - ambiente fechado destinado ao correto armazenamento de charutos - são dotados de rodízios e ferragens especiais, como trilhos embutidos no forro, que permitem arranjos espaciais diversos.
A luminotécnica setorizou os variados tipos de lâmpadas em 21 circuitos independentes, a fim de proporcionar múltiplos efeitos de luz .
Embora seja elemento fixo, enfatizam os autores, o balcão de atendimento também se adapta ao conceito arquitetônico, já que os recortes irregulares feitos no tampo de madeira favorecem ambientações diversificadas.
Em decorrência do programa, o que predomina é a linguagem sóbria dos interiores, sobretudo pela utilização de materiais e acabamentos em tons escuros.
Texto resumido a partir de reportagem
de Cibele Felix
Publicada originalmente em PROJETO DESIGN
Edição 295 Setembro de 2004
de Cibele Felix
Publicada originalmente em PROJETO DESIGN
Edição 295 Setembro de 2004
A linguagem sóbria predomina nos interiores

