Clique
nas fotos
e leia mais
|
 |
 |
 |
|
|
 |
|
 |
 |
|
|
 |
|
 |
 |
|
|
 |
|
 |
 |
|
|
 |
|
 |
 |
|
|
 |
|
 |
 |
|
|
 |
|
 |
 |
|
|
 |
|
 |
 |
|
|
 |
|
 |
 |
|
|
 |
|
 |
|
 |
 |
Sistema de superfície retroiluminada por LED , da Zumtobel Staff (Alemanha)
Foto: Helmut Stettin/Messe Frankfurt |
 |
Na Light + Building 2002, o LED foi apresentado como nova fonte de luz para a arquitetura e, desde então, desenvolveram-se luminárias, acessórios e principalmente LEDs de maior eficiência luminosa , o que proporciona novas possibilidades de emprego do sistema na iluminação de ambientes.
As principais vantagens do LED são baixo consumo de energia, pouca emissão de calor, elevada vida útil (100 mil horas) e o fato de não emitir raios ultravioleta (UV). Assim, o sistema é indicado para a iluminação de locais de difícil manutenção e acesso, além de museus e galerias, em que os raios UV são prejudiciais aos objetos expostos.
Os produtos lançados na feira apresentaram o que Parschalk chama de a 4ª dimensão da luz, ou seja, sistemas de variação da luz no tempo por meio de mecanismos computadorizados de controle de cor, uma combinação de RGB (red, green e blue), com possibilidade de gerar até
27 milhões de tonalidades diferentes , e intensidade luminosa. “A cor gera identidade no ambiente, alterando as formas de ver a arquitetura”, complementa.
Além dos aspectos decorativo e cenográfico , estiveram expostos também sistemas LED com potencial para uso em escritórios , em que a variação de cor abrange tonalidades de luz branca e amarela (temperatura de cor). Com esse mecanismo, os escritórios se flexibilizam e ampliam seu potencial de utilização, já que o mesmo ambiente pode abrigar, com iluminação adequada e confortável, desde atividades que exigem grande concentração até reuniões e eventos de confraternização.
Texto resumido a partir de reportagem
de Evelise Grunow
Publicada originalmente em PROJETODESIGN
Edição 268 Junho 2002
|
|