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A sétima edição
da Bienal da Associação dos Designers
Gráficos (ADG), realizada entre 27 e 30 de
abril de 2004 no Memorial da América Latina, em
São Paulo, assumiu novo formato. Na tradicional
mostra seletiva - exposição à qual
concorrem designers de todo o país - não
foram concedidos prêmios a um único vencedor.
O júri preferiu destacar três trabalhos em
cada uma das 14 categorias, sem ordem de classificação,
como uma forma de contemplar a quantidade e diversidade
de inscritos.
O número de inscritos na bienal atingiu a marca
recorde de 2200 trabalhos. Entre eles, foram escolhidos
369 para a exposição, dos quais 54 saíram
premiados, compondo um retrato do design gráfico
nacional. Enfatizar a pluralidade dessa produção
foi um dos tópicos desta edição do
evento, até mesmo sob a ótica “de quem consumiu,
encomendou e usou bom design nos últimos dois anos”,
comenta o coordenador do júri, o designer Bruno
Porto.
Os premiados transitam em extremos que vão
de peças efêmeras ao redesign de signos
tradicionais; representam desde a pequena escala da
autopromoção até bem-sucedidas ações
da iniciativa pública.
Além das categorias apresentadas acima, a bienal
da ADG premiou Valéria Marchesoni, Stolarski Pontes
e Tátil, na categoria identidade corporativa; Manifesto
Design, Estúdio 196 e Zol Design, em sinalização;
equipe de Kiko Farkas e Lobo, a grande vencedora em TV,
cinema e vídeo; Maximiliano Chanan, Ogilvy e Dash
Design, no segmento Internet e CD-Rom; e, por fim, B+G
Designers, Voltz Design e Estereodesign, na categoria
autopromoção.
Texto resumido a partir de reportagem
de Evelise Grunow
Publicada originalmente em PROJETODESIGN
Edição 292 Junho 2004 |
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