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A grande maioria dos arquitetos
e artistas
plásticos brasileiros reconhece as qualidades
do Vidrotil na criação de mosaicos
que perpetuam a cor, o brilho e a luminosidade do vidro.
Uma das obras mais instigantes a tirar partido dessa
plasticidade é
a estação Cardeal Arcoverde do metrô
carioca, inaugurada em julho de 1998 e premiada pelo
IAB-RJ no mesmo ano.
A programação cromática, assinada
por
Amélia Toledo, tomou partido da cor para
levantar
o astral e impedir a sensação de medo
que
acomete alguns usuários dos trens subterrâneos.
A artista imaginou painéis internos de cores
que vão clareando em dégradé pelos
ambientes até chegar a um grande painel de Moacyr
Toledo com uma paisagem que emprega apenas diferentes
tons de branco. Para o lado externo, Amélia Toledo
criou um painel diferente para cada entrada.
Um deles é totalmente roxo, o outro mistura vários
tons de azul. No total, a Vidrotil
executou mais de cem combinações diferentes
de cores para realizar
o projeto. "Não fiz com essa intenção,
mas várias pessoas já disseram que passam
por uma cromoterapia ao entrar na estação,
que se tornou um ponto de atração de Copacabana",
conta Amélia.
Segundo a artista, a intensidade das cores e
o fato de Vidrotil
ser 100% vidro foram as características decisivas
na escolha do material,
"por ser o vidro o melhor material a perpetuar
as cores na arquitetura. Além disso, o Vidrotil
tem resistência mecânica e à luz,
é fácil de limpar e não absorve
pichações", completa Amélia
Toledo.
A professora de arquitetura e consultora de cores
Márcia Holland concorda. "O Vidrotil
é fabricado corretamente em termos de resistência,
durabilidade e cor", afirma. Segundo a consultora,
que estudou o produto a fundo em uma de suas teses,
o Vidrotil tem outra qualidade que valoriza o trabalho
do arquiteto, permitindo o controle dos efeitos da cor
no contexto urbano: por ser uma pasta vítrea,
a cor se torna mais viva e varia conforme o posicionamento
e a distância do observador, criando interessantes
efeitos visuais. Outra vantagem: a excelência
dos padrões colorimétricos, o que permite
à empresa oferecer o tom exato que o artista
ou arquiteto está procurando para enriquecer
seu projeto.
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