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Tradicional instituição
de ensino paulistana, o Colégio Marista Arquidiocesano
realizou uma série de obras para ampliar e modernizar
suas instalações, no bairro de Vila Mariana,
em São Paulo.
Assim, o escritório Becato Arquitetura foi contratado
em 1994 para desenvolver os projetos de um novo conjunto
poliesportivo e de um centro cultural. As obras envolviam
a construção de piscina, ginásio
de esportes, biblioteca, auditórios e algumas
salas multiuso.
Para marcar essa nova fase, os diretores da instituição
solicitaram também o projeto de um painel
artístico e elegeram o Vidrotil como
o material mais adequado para essa obra de arte.
A principal razão da escolha foi a beleza
do material, que já era bem conhecido pelos religiosos
maristas.
Mas também a durabilidade, a resistência
contra impactos e a facilidade de limpeza pesaram
na decisão, lembra a arquiteta Cristiane Gallinato,
da Becatto Arquitetura. "As cores do Vidrotil se
mantêm ao longo do tempo e, além disso, o material
não absorve pichações", completa Cristiane.
Na fachada para a rua Afonso Celso, os arquitetos projetaram
um painel de quase 50 m de comprimento com altura
de 2 m a 4 m. Ali, as cores do Vidrotil "dialogam"
com a coloração dos jardins, compondo
um paisagismo dinâmico, que brinca com
a visão de quem passa pelo local.
O painel trabalha com jogos de degradê em faixas
de cores. "Criamos o desenho num software, ajustamos
as cores e o painel foi executado pelos artesãos
da Vidrotil", conta a arquiteta.
O resultado surpreendeu a direção da
escola e foi tão bem recebido, que depois
dessa experiência o cliente pediu outros painéis
artísticos. No conjunto poliesportivo, por
exemplo, foram adotados grafismos representando as várias
modalidades esportivas.
O logotipo da instituição também
foi reproduzido com Vidrotil em tons de azul, na entrada
da escola.
E mesmo um selo comemorativo da presença da Ordem
Marista no Brasil foi transformado em um painel em várias
cores. No total, a instituição executou
1.260 m2 de mosaicos de vidro.
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