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30 livros para uma biblioteca
básica |
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Mais de 500 livros foram resenhados por
PROJETODESIGN até hoje. Para a edição especial,
escolhemos 30, e indicamos a edição em que foram
apresentados. Eles formam uma espécie de biblioteca básica,
composta por obras que se tornaram referência para o entendimento
da arquitetura e do design brasileiros.
O espectro é amplo, mas bom sinal é o grande número
de publicações recentes, resultado do boom editorial
no setor, em curso desde o início da década de
1990. |
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| Fundamentais |
Arquitetura contemporânea
no Brasil
Yves Bruand, Perspectiva, 1981
(Edição 30, junho de 1981) |
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América Latina,
fim de milênio:
raízes e perspectivas de sua arquitetura
Roberto Segre, Studio Nobel,
1991
(Edição 148, dezembro de 1991) |
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Resultado de tese defendida na Universidade de Paris,
este livro traça um panorama da arquitetura moderna
no Brasil, tendo como linha-mestra as obras-chaves dos
principais personagens, como Oscar Niemeyer, Lucio Costa,
os irmãos Roberto, Vilanova Artigas, Rino Levi
e Gregori Warchavchik.
O
estudo começa com o ecletismo e termina com o
urbanismo, com especial destaque para o projeto de Lucio
Costa para Brasília.
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Publicado há quase 15 anos, o livro de Roberto
Segre é a única referência, editada
no Brasil, que abrange a arquitetura da América
Latina de forma ampla.
A
obra analisa desde os movimentos que antecedem a aparição
do modernismo - tais como o ecletismo, art nouveau,
art déco e necolonial - até a recuperação
dos centros históricos.
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Lucio Costa - Registro
de uma vivência
Lucio Costa, Empresa das Artes,
1995 (esgotado) (Edição 192, dezembro de
1995) |
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Arquiteturas no Brasil
1900-1990
Hugo Segawa, Edusp, 1998
(Edição 226, novembro de 1998) |
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Longevo, Lucio Costa teve tempo de compilar, com o auxílio
de sua filha Maria Elisa, o registro de seu trabalho.
Organizado
de forma caótica pelo próprio arquiteto,
em 600 páginas, o “livro-autógrafo” agrupa
textos - muitos dos quais autobiográficos - e
projetos (como as casas dos anos 1930, o parque Guinle,
da década de 1940, e o Plano Piloto de Brasília),
em um dos mais belos capítulos da arquitetura
brasileira.
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É o único livro de autor brasileiro a
traçar um panorama geral da arquitetura nacional
no século 20.
Realizada
de forma diversa à de Bruand, a obra torna-se
complementar ao trabalho do estudioso francês
e identifica as raízes da modernidade, que dão
nomes aos capítulos, como, por exemplo, “Modernismo
programático 1917-1932”, “A afirmação
de uma escola 1943-1960”, “Episódios de um Brasil
grande e moderno 1950-1980”.
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Patrimônio
construído -
As cem mais belas edificações do Brasil
Alexei Bueno, Augusto da Silva
Telles e Lauro Cavalcanti (textos); Cristiano Mascaro
(fotos), Capivara, 2002 (Edição 279, maio
de 2003) |
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Depoimentos de uma
geração -
Arquitetura moderna brasileira
Alberto Xavier (org.), Cosac
& Naify, 2003
(Edição 280, junho de 2003) |
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Com 460 páginas fartamente ilustradas, este livro,
coor-
denado por Pedro Corrêa do Lago, preenche a lacuna
de uma obra sobre os principais edifícios preservados
pelo patrimônio histórico nacional.
É
dividido em três capítulos - cada um escrito
por um autor.
Na edição da PROJETODESIGN em que
foi publicada a resenha há entrevista com Mascaro
sobre o livro.
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Reedição de um clássico sobre a
arquitetura brasileira, que agrega cerca de 80 ensaios
sobre arquitetura moderna no Brasil, publicados desde
os anos 1920.
Na
presente edição, foi acrescentado o capítulo
“Olhar estrangeiro”, em que arquitetos e críticos
estrangeiros, como Walter Gropius e Siegfried Giedion,
revelam suas impressões acerca da arquitetura
brasileira.
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Pós-Brasília
-
Rumos da arquitetura no Brasil
Maria Alice Junqueira Bastos,
Perspectiva, 2003 (Edição 281, julho de
2003) |
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Arquitetura brasileira
contemporânea
Roberto Segre, Viana & Mosley,
2003
(Edição 285, novembro de 2003) |
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O livro, resultado de um traba-
lho de mestrado defendido na
Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade
de São Paulo, faz uma análise de 30 obras
criadas no período que vai de 1969 e 1990.
O
fio condutor adotado pela autora são as opiniões
publicadas em revistas de arquitetura, entre elas PROJETODESIGN.
Trata-se de um dos poucos estudos sobre a arquitetura
produzida no país naquele período.
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Mais uma obra de Roberto Segre, ítalo-argentino
radicado no Brasil, entra na estante da biblioteca básica
selecionada por PROJETODESIGN.
Este livro de Segre é o único no país
cujo tema é arquitetura brasileira dos últimos
15 anos. A edição, bilíngüe,
traça um panorama que inclui 48 obras executadas
a partir de 1990.
A
publicação, em vez de analisar individualmente
os trabalhos, foi dividida conforme os programas, que
focam desde as intervenções urbanas até
as residências.
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| Monografia |
Roberto Burle Marx
e a nova visão da paisagem
Flávio Motta, Studio
Nobel, 1984 (esgotado)
(Edição 61, março de 1984) |
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Lina Bo Bardi
Marcelo Ferraz (org.), Instituto
Lina Bo e P.M. Bardi, 1993 (esgotado) (Edição
168, outubro de 1993) |
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Luxuoso e único para a época, o livro
aborda cerca de
80 projetos realizados pelo paisagista, grande parte
deles ilustrados com fotos de Marcel Gautherot.
O
volume precede uma série de publicações
sobre Burle Marx, editadas no Brasil e no exterior.
Considerado um dos grandes paisagistas do século
20, Burle Marx trabalhou em conjunto com renomados arquitetos
brasileiros, como Rino Levi.
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Este livro trouxe à tona a riqueza do trabalho
de
Lina, antes conhecido só pelas páginas
de revistas
como PROJETODESIGN.
Depois
do Sesc Pompéia, executado na primeira parte
da década de 1990, o trabalho de Lina foi revalorizado.
Ao volume seguiram-se outros - sobre Artigas (de 1997),
Lelé e Reidy (ambos de 2000) -, que compunham
a série Arquitetos Brasileiros, bastante criticada
pela colagem sem revisão crítica.
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La arquitectura de
Ruy Ohtake
Agnaldo Farias, Celeste Editorial,
1994 (esgotado) (Edição 184, abril de 1995) |
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Oswaldo Arthur Bratke
Hugo Segawa e Guilherme Mazza
Dourado,
Pro Editores, 1997 (Edição 211, agosto de
1997) |
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O primeiro grande apanhado da obra de Ohtake foi
publicado na Espanha, em edição trilíngüe.
O texto divide a produção do arquiteto
em quatro blocos - a casa, a formação
e as referências, o projeto e a técnica.
O
livro tem apresentação de Oscar Niemeyer,
que se refere ao arquiteto paulista como “um homem de
prancheta, como costumo dizer e me considero, sem que
isso desmereça o apuro teórico e cultural”.
Outro livro sobre Ohtake foi publicado em 1999, com
texto de Roberto Segre.
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Juntamente com o livro sobre Rino Levi, esta é
uma das mais bem-feitas monografias sobre arquitetos
brasileiros.
As
obras de Bratke são divididas em três partes:
casas (como a de Oscar Americano), outros projetos de
arquitetura (por exemplo, o balneário em Águas
de Lindóia) e urbanismo (centrado nas vilas Serra
do Navio e Amazonas).
Há um capítulo sobre os desenhos do arquiteto,
escrito por Dourado.
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Paulo Mendes da Rocha
Rosa Artigas (org.), Cosac &
Naify, 2000
(Edição 248, outubro de 2000) |
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Rino Levi - Arquitetura
e cidade
Renato Anelli e Abílio
Guerra (textos); Nelson Kon (fotos), Romano Guerra, 2001
(Edição 261, novembro de 2001) |
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Uma coletânea sobre a obra do arquiteto, que opta
por excluir suas famosas residências unifamiliares
e se divide em três partes, que levam títulos
a partir de textos escritos por Mendes da Rocha: América,
Arquitetura e Natureza; Genealogia da Imaginação;
e A Cidade para Todos.
Os
projetos apresentam o mesmo padrão gráfico
e os textos são de Guilherme Wisnik, colaborador
do arquiteto em alguns projetos.
A obra de Mendes da Rocha foi objeto de diversas outras
publicações, no Brasil e no exterior,
como o livro editado pela espanhola Gustavo Gili.
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Esta é o terceira e mais abrangente publicação
sobre a obra de Rino Levi - baseada no trabalho de mestrado
defendido na FAU/USP por Anelli, mas bastante alterado
para ganhar o formato de livro, entrando aí a
co-autoria do arquiteto e editor Abílio Guerra.
O
trabalho é dividido em seis partes, abordando
a verticalização de São Paulo,
o pátio tropical, os murais, o racionalismo,
a escola urbana e a continuidade do escritório,
cada qual precedido de ensaio fotográfico de
Kon.
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| Ensaios |
O canteiro e o desenho
Sérgio Ferro, Projeto
Editores, 1979
(edição 17, dezembro de 1979) |
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Residências
em São Paulo 1947-1975
Marlene Milan Acayaba, 1986,
Projeto (esgotado) (Edição 102, agosto de
1987) |
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Texto, de fundo marxista, que coloca as relações
entre o desenho de arquitetura e a execução
da obra, principalmente no que diz respeito à
opressão do operário.
A
crítica ao sistema marca, de forma escrita, a
ruptura com a arquitetura paulista estabelecida, e acabou
gerando outro ponto de vista, como as obras de Villà
e os mutirões do tempo da prefeita Luíza
Erundina.
A resenha publicada foi escrita pelo arquiteto Paulo
Bicca.
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Resultado de uma dissertação de mestrado,
o trabalho faz um levantamento de campo minucioso de
43 residências unifamiliares, construídas
entre 1947 e 1975, em São Paulo.
As casas - de arquitetos como Artigas, Rino Levi e Paulo
Mendes da Rocha - são divididas em três
partes, que correspondem as décadas de 1950,
1960 e 1970.
O
recorte começa com a residência de Tullio
Ascarelli, de Daniele Calabi e vai até a casa-bola,
desenhada e habitada por Eduardo Longo.
A resenha foi escrita pela própria autora.
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Espaço intra-urbano
no Brasil
Flávio Villaça,
Studio Nobel, 1998
(edição 221, junho de 1998) |
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Origens da habitação
social no Brasil
Nabil Bonduki, Estação
Liberdade/Fapesp, 1998 (Edição 224, setembro
de 1998) |
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O trabalho trata do processo de segregação
urbana
ocorrido em seis metrópoles brasileiras - São
Paulo,
Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife
e Salvador.
O
autor discute como a classe dominante conduziu a dinâmica
de produção e consumo das localizações,
levando vantagens, como o controle dos tempos de deslocamento
e o acesso a melhor infra-estrutura urbana.
Villaça tem pós-doutorado pela Universidade
da Califórnia em Berkley.
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O livro traça um amplo painel do aparecimento
da habitação social no Brasil, abordando
as origens do Banco Nacional da Habitação
(BNH) e as iniciativas de cunho populista para reduzir
o custo da moradia.
O
autor analisa ainda vilas operárias, cortiços
e conjuntos habitacionais.
Junto com a arquiteta Ermínia Maricato, Bonduki
(ex-vereador de São Paulo) participou do programa
de habitação social implantado na gestão
de Luíza Erundina.
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Por uma história
não moderna da arquitetura brasileira
Marcelo Puppi, Pontes Editores,
1998
(Edição 232, junho de 1999) |
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Wright e Artigas
- Duas viagens
Adriana Irigoyen, Ateliê
Cultural, 2002
(Edição 270, agosto de 2002) |
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Puppi, professor do Departamento de Arquitetura e Urbanismo
da Universidade Estadual de Londrina, PR, recoloca a
importância do ecletismo na arquitetura brasileira.
Ele
contesta a opinião corrente, derivada das teses
difundidas por Lucio Costa e Carlos Lemos, que relegava
aquele movimento a um papel secundário e marginal.
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A autora, argentina radicada em São Paulo, traça
dois paralelos através de duas viagens: a de
Frank Lloyd Wright para o Brasil, em 1931, onde fez
parte do júri do concurso para o Farol de Colombo;
e a de Vilanova Artigas para os Estados Unidos, em 1946,
quando desfrutou de uma bolsa concedida pela Fundação
Guggenheim.
Por
meio das fotos realizadas por Artigas em sua passagem
pelos EUA, a autora faz revelações e estabelece
paralelos antes não tão claros.
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| São
Paulo |
São Paulo:
vila, cidade, metrópole
Nestor Goulart Reis, Via das
Artes, 2004
(Edição 293, julho de 2004) |
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São Paulo,
metrópole em trânsito
Cândido Malta Campos,
Lúcia Helena Gama e Vladimir Sacchetta (org.),
Senac São Paulo, 2004 (Edição 298,
dezembro de 2004) |
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O livro analisa com profundidade a evolução
urbana
que a cidade de São Paulo experimentou ao longo
de seus 450 anos de existência.
Trata-se do documento mais completo sobre o tema, com
rica descrição dos primórdios da
aldeia que se tornaria uma metrópole e da muralha
que a cercava, entre outros aspectos.
Na
entrevista publicada na edição 287 (janeiro
de 2004), o autor fala sobre a obra.
O livro foi patrocinado e distribuído como brinde
pela prefeitura paulistana.
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São 43 artigos de diversos autores sobre diferentes
aspectos da evolução urbana e das transformações
socioculturais ocorridas na cidade.
Na
edição em que foi resenhado, uma pequena
entrevista com Malta - professor na pós-graduação
da Faculdade de Arquitetura da Universidade Mackenzie
e filho do urbanista Cândido Malta - aborda a
realização da obra, que ele considera
um trabalho de referência.
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| Design
/ Traduções |
Branco & Preto
- Uma história do design brasileiro nos anos 50
Marlene Milan Acayaba, Instituto
Lina Bo e P.M. Bardi, 1994 (esgotado) (Edição
183, março de 1995) |
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Sergio Rodrigues
Soraia Cals (org.), Edição
S. Cals, 2000
(Edição 272, outubro de 2002) |
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A tese de doutorado da autora, defendida na FAU/USP,
transformou-se no livro que narra a história
da Branco & Preto, loja pioneira de design moderno
brasileiro, fundada em 1952, em São Paulo, por
um grupo de arquitetos - Miguel Forte, Jacob Ruchti,
Plínio Croce, Roberto Aflalo, Carlos Milan e
Chen Y Hwa.
Além
do desenho dos móveis, esses profissionais também
realizavam projetos de interiores.
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O livro acompanha a trajetória de Sergio Rodrigues,
um dos mais originais designers brasileiros - autor
da poltrona Mole, que, na década de 1960, ganhou
um concurso de design de mobiliário na Itália.
Rodrigues,
além de criar peças que se tornaram clássicos
do design brasileiro, também as executava e comercializava
em lojas de sua propriedade, como a Oca e a Meia Pataca.
Fartamente ilustrado, o destaque da publicação
são os textos autobiográficos, em que
o designer rememora sua trajetória pessoal e
profissional.
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Alexandre Wollner
- Design visual 50 anos
Alexandre Wollner, Cosac &
Naif, 2003
(Edição 282, agosto de 2003) |
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Complexidade e contradição
em arquitetura
Robert Venturi, Martins Fontes,
1995
(Edição 194, março de 1996) |
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Wollner conta, em texto saboroso, o seu próprio
percurso como profissional, que se confunde com o desenvolvimento
do design gráfico brasileiro.
Wollner
foi aluno da Escola Superior da Forma, em Ulm, alemanha,
e um dos criadores da pioneira Escola Superior de Desenho
Industrial (Esdi), no Rio de Janeiro.
Autor de famosas logomarcas com as da Klabin, Eucatex
e Itaú. No final da obra, ele apresenta o projeto
do próprio livro.
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Lançado nos Estados Unidos em 1966, depois de
quase 30 anos o livro foi finalmente traduzido e publicado
no Brasil.
Mesmo
com esse lapso temporal, é indispensável
a leitura para quem quer entender a arquitetura dos
últimos 40 anos e o embate moderno versus pós-moderno.
O autor, arquiteto norte-americano que realizou estudos
na Itália, utilizou neste livro sua própria
obra como guia para abordar o tema.
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Projeto e destino
Giulio Carlo Argan, Ática,
2000
(Edição 249, novembro de 2000) |
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Arquitetura moderna
Vincent Scully Jr., Cosac &
Naify, 2002
(Edição 267, maio de 2002) |
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Coletânea de artigos do crítico e pensador
italiano Giulio Carlo Argan, sobre os mais diversos
temas, principalmente a arquitetura moderna.
Entre
os vários ensaios que compõem a obra encontram-se
textos sobre o trabalho dos arquitetos Antonio Sant’Elia,
Walter Gropius e Frank Lloyd Wright, entre outros.
Outros títulos de Argan foram traduzidos no período,
como Arte moderna, Arte italiana e A história
da cidade como história da arte.
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Mais uma obra que chegou ao Brasil com grande atraso:
o livro foi publicado nos Estados Unidos em 1961 e influenciou
toda uma geração de arquitetos norte-americanos.
A
edição brasileira traz ainda uma entrevista
em que o autor, professor da Universidade de Yale, analisa
a obra de Wright, Aalto, Le Corbusier e Venturi, entre
outros, e mostra que, aos 82 anos, mantinha a mesma
verve crítica da época em que o livro
foi publicado.
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Oscar Niemeyer e
o modernismo
de formas livres no Brasil
David Underwood, Cosac &
Naify, 2002
(Edição 272, outubro de 2002) |
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Modernidade e tradição
clássica -
Ensaios sobre arquitetura
Alan Colquhoun, Cosac &
Naify, 2004
(Edição 290, abril de 2004) |
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Underwood, professor e pesquisador norte-americano,
discorre sobre a obra de Oscar Niemeyer sob a ótica
de que sua contribuição à arquitetura
não é essencialmente plástica,
como costumam afirmar diversos estudiosos.
O
autor faz uma análise comparativa entre o trabalho
do arquiteto brasileiro e as realizações
semelhantes surgidas na Europa e América do Norte,
no pós-guerrra.
O livro traz fotos de Marcel Gautherot.
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Coletânea de textos escritos pelo professor e
crítico inglês, em que ele discorre sobre
modernismo e pós-modernismo, para indicar a tradição
em que a arquitetura contemporânea está
imersa, constituindo um quadro de referências
que ajudam a perceber suas vertentes atuais.
Os
ensaios são separados em três áreas
de interesse: aspectos históricos, vanguarda
clássica e controvérsias contemporâneas.
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