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títulos rebaixados serão publicados até o final de junho.
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Desde sua primeira edição, a revista Finestra
estabeleceu uma linha definida: defender a cultura da qualidade, mostrar
a arquitetos, construtoras, fabricantes de esquadrias e profissionais do
setor o que vinha sendo praticado no exterior, principalmente na Europa,
e divulgar como o mercado nacional respondia tecnicamente às
solicitações cada vez mais criativas dos projetos arquitetônicos. A revista foi lançada justamente na década em que o governo Collor passou a incentivar a abertura às importações, por meio da redução das barreiras tarifárias. Foi também o período em que entrou em vigor o Código de Defesa do Consumidor. Um mercado cada vez mais exigente e a possibilidade de trazer para o país conceitos e sistemas tecnologicamente avançados passaram a impulsionar o setor. “As esquadrias e fachadas reinventadas pelo banho de tecnologia passam a ser publicadas, a partir de 1995, pela revista Finestra Brasil, sob licença da Finestra italiana. Essa foi uma contribuição extremamente positiva porque levou a cultura da qualidade, da tecnologia e da beleza dos caixilhos aos arquitetos, construtores e fabricantes. Valorizou e garantiu respeito aos fabricantes, ajudando a consolidar o setor. O brilhantismo do conteúdo e da estética da Finestra alertou o mercado editorial para a força do setor de caixilhos, que passou a ser notícia e gerou novos títulos. A qualidade da revista emprestou status para o setor”, afirma Antônio B. Cardoso, no livro Esquadrias de alumínio no Brasil, lançado em 2004 pela ProEditores. As observações de Cardoso mostram que o livro e a revista se complementam. Aquilo que a Finestra vem transmitindo a seus leitores, ao longo dos anos, expressa o trabalho dos profissionais que heroicamente vêm lutando pela valorização do setor. |
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