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PRÊMIO IAB/SP
Categoria escolas |
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Prêmio IAB/SP |
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Escola Cáritas |
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Prêmio: Escola Cáritas
São Paulo, 2003/05 |
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Implantada na zona leste de São Paulo, a Escola Cáritas (leia PROJETO DESIGN 304, junho de 2005) é uma instituição privada, administrada por uma ordem religiosa - Congregação das Irmãs de Caridade do Japão -, destinada ao ensino fundamental. O prédio, marcado por uma planta triangular com pátio central coberto, tem capacidade para mil alunos. A face do triângulo voltada para a rua se destina a ambientes de usos diversos - administração, biblioteca e auditório, por exemplo - e os outros dois lados são ocupados por 40 salas de aulas. Assim, enquanto o bloco principal foi tratado de forma diferenciada, com destaque para a laje de concreto em desenho contínuo e flexível, os outros dois têm configuração racionalista. Nos vértices do triângulo ficam as escadas e os sanitários. O projeto preservou, por questão de economia, algumas construções preexistentes. Biselli e Katchborian criaram também uma capela, com planta oval, que fica ao lado do prédio principal.
Mario Biselli e Arthur Katchborian (autores); Natália Celedon, Cristiana Rodrigues, Paula Cavagione e Carolina Pudenzi (colaboradoras) |
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Menções honrosas |
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E. E. Jardim Ipanema
São Paulo, 2004/06 |
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Esta escola estadual (leia PROJETO DESIGN 314, abril de 2006), criada para a Fundação para o Desenvolvimento da Educação, adota estrutura pré-moldada de concreto, tal como determina a FDE. No entanto, diferente de outras unidades, possui cobertura metálica curvada, que protege a quadra de esportes e, ao mesmo tempo, dá identidade à construção. Outro destaque do projeto é o acesso por meio de passarela, que contribui para a ocupação eficiente do terreno de topografia acidentada.
Ubyrajara Gilioli (autor); Ricardo Graner, Paulo Katz
e Kurkdjian Fruchtengarten (colaboradores) |
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E. E. Jardim Ataliba Leonel
São Paulo, 2003/05 |
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Também criada para a FDE, esta escola (leia PROJETO DESIGN 314, abril de 2006) possui configuração pavilhonar, com o centro da composição ocupado pela quadra esportiva. Essa decisão surge a partir da interpretação dada pelos autores à topografia do lote, que, no sentido longitudinal, assemelhava-se a um vale. Assim, a quadra, na parte mais baixa, funciona como uma praça, quando se abre para a comunidade nos finais de semana. As salas de aulas, por sua vez, situam-se no pavimento mais alto, com acesso por galerias perimetrais. Destacam-se ainda a solução estrutural das passarelas sobre a quadra e os brises de madeira.
Angelo Bucci e Álvaro Puntoni (autores); Maria Isabel Imbronitto, Juliana Braga, Ciro Miguel, Thobias Xavier e Omar Dalank (colaboradores) |
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