PRÊMIO IAB/SP
Categoria habitação
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Prêmio IAB/SP
 
  Residência em Curitiba
 
Prêmio (executado): Residência em Curitiba, 2002/05
 
A residência branca e de volume ortogonal está implantada em terreno em aclive, vizinho de farta vegetação de araucárias. Enquadrar a paisagem e tirar partido da área livre do lote foram os condicionantes do projeto e originaram a setorização em torno de pátio aberto.

Incorporado à metade frontal da edificação, o pátio é circundado por áreas de estar, nos dois pavimentos da edificação, e a elas pode ser integrado através de sistema de portas de correr. Ele funciona como grande abertura e enquadramento da paisagem, o que libera a maior parte das fachadas do traçado de janelas. A volumetria concisa da edificação, semelhante à forma de pórticos brancos, destaca-se em meio à luminosidade do terraço aberto. Os materiais de revestimento enfatizam a interação das áreas internas com o exterior, sobretudo junto ao estar do térreo, onde o ladrilho hidráulico se estende aos interiores.

Una Arquitetos (autores); Apoena Amaral, Boris Koischwitz, Clóvis Cunha, Felipe Noto, José Eduardo Baravelli, Márcio Wanderley, Nicholas Brennand e Sabrina Lapyda (colaboradores)
  Prêmio (não executado)
Casa-Grelha, São Francisco Xavier
São Paulo, 2006

O projeto tem como elemento articulador a modulação quadrada de 5,5 metros, com três metros de altura, prevista para ser executada com madeira.

Essa grelha tridimensional se distribui pelo lote, servindo tanto como elemento de circulação e transposição da vegetação existente quanto de invólucro para ambientes fechados.

A proposta prevê a organização fragmentada do programa, como enfatizam os autores, e a criação de enquadramentos da paisagem.


Fernando Forte, Lourenço Gimenes e Rodrigo Marcondes Ferraz (autores); Adriana Junqueira, André Malheiros, Débora Zeppellini, Ivo Magaldi, Luciana Muller, Luiz Florence, Paloma Delgado, Renata Davi e Renata Goes (colaboradores)
 
  Menções honrosas (executados)
 
Residência em São Sebastião
São Paulo, 2003/2005
 
  Cercada pela serra do Mar e pela vegetação da mata atlântica, a residência tem implantação que preserva 60% das árvores existentes no lote. Assim, o programa construído está condensado em dois pavimentos, estruturados por elementos de concreto e também por pedras, e tem extensas varandas. Estas possuem sustentação metálica e são formadas por deques de madeira, com vista para a piscina central.


Mario Biselli e Artur Katchborian (autores); Natália Celedon (colaboradora)
 
 
Residência em Guarulhos
São Paulo, 2002/05
 
  O projeto para esta residência urbana, implantada em terreno retangular, tira partido do recuo lateral como espaço externo de circulação, para o qual se voltam algumas das aberturas principais. O generoso estar foi posicionado frontalmente à edificação, na largura total do lote, e elevado em relação à rua, de forma a garantir privacidade aos interiores. Destaca-se a conjunção de materiais aparentes, como o bloco de concreto e a madeira da cobertura e caixilhos, com as vedações externas brancas, que enfatizam certa proporção horizontal.


Henrique Fina, Luís Mauro Freire e Maria do Carmo Vilariño (autores)
 
 
Residência vertical
São Paulo, 2003/06
 
  O nome do projeto é representativo da tipologia da edificação. Ou seja, localizada em lote urbano, a casa tem programa setorizado verticalmente, de forma a criar áreas de pé-direito duplo que liberam as visuais em direção às extremidades do volume branco e, assim, às áreas externas de lazer. Da fachada frontal avista-se o elemento metálico de exaustão da lareira, que demarca, aproximadamente, o centro transversal da residência.


Isay Weinfeld (autor); Domingos Pascali (colaborador); Mônica Cappa (coordenadora); Estevam Martins, Gustavo Benthien, Juliana Scalizi, Leandro Garcia e Tiago Rodrigues (equipe)
 
  Menção honrosa (não executado)
 
Casa no morro do Querosene
São Paulo, 2005
 
 
Localizada em terreno com forte declive, a casa está em execução. Devido à topografia, boa parte da edificação situa-se três metros abaixo do nível da rua, o que motivou a criação de grandes áreas abertas, sem prejuízo da privacidade dos moradores. A conexão visual com os exteriores é garantida por ambiente de três pavimentos, localizado em uma das laterais, previsto para abrigar uma biblioteca.

Álvaro Puntoni (autor); Grupo SP - João Sodré e Jonathan Davies (colaboradores)
 
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