|
|
 |
 |
 |
 |
| |
PRÊMIO IAB/SP
Categoria cidade e paisagem |
|
Voltar ao menu
Prêmio IAB/SP |
 |
 |
 |
 |
| |
 |
| |
Reurbanização do complexo Paraisópolis |
 |
 |
 |
 |
| |
| Prêmio: Reurbanização do complexo Paraisópolis, São Paulo, 2005 |
|
|
|
Vigliecca & Associados e Consórcio Hagaplan/Sondotécnica - Hector Vigliecca, Luciene Quel, Ruben Otero, Ronald Fiedler, Neli Shimizu, Lílian Hun, Thaísa Fróes, Ana Carolina Penna, Gabriel Farias e Manuela Cabral (equipe de arquitetura); Paulo de Arruda Serra, Luci Maie (administração); Úrsula Troncoso e Rodrigo Munhoz (colaboradores) |
 |
A proposta premiada destina-se à reurbanização de Paraisópolis (leia PROJETO DESIGN 312, janeiro de 2006), a segunda maior favela de São Paulo, com 84 mil habitantes, na região sul da cidade. De acordo com o memorial da equipe, a metodologia utilizada procurou “definir uma hipótese de cidade para uma área específica, e gerar um modelo a partir da geografia e da cultura do próprio local”. No entanto, o projeto não é contextualista, inspirando-se em imagens preexistentes. “Iconizar os produtos da pobreza não é nosso modelo de trabalho”, relatam os autores. Para eles, é um equívoco tratar o tema da habitação popular apenas como o fornecimento de água e esgoto e a pavimentação de vias: não se pode “confundir pacto social com projeto urbano”, e o problema deve ser tratado com “as mesmas preocupações e exigências de qualidade de qualquer outro programa arquitetônico”.
Assim, a equipe fez uma leitura espacial da favela, que foi criada sobre uma malha ortogonal. O problema diagnosticado não está nas bordas desses quarteirões, mas no miolo. A proposta é substituir parte das construções dessa região por edificações verticalizadas, criando vazios. Para o júri, ”o projeto indica diretrizes de requalificação possíveis de serem aprofundadas em posteriores discussões, envolvendo os grupos representantes da comunidade”. |
 |
 |
 |
 |
| |
Menções honrosas |
 |
 |
 |
 |
| |
Projeto urbanístico em São Carlos
São Paulo, 2002/05 |
|
|
|
 |
 |
 |
 |
| |
O projeto criou intervenções nos perímetros de dois núcleos populares (Jardim Gonzaga e Vila Monte Carlo), de forma a “remover os limites que segregam os bairros, sem recair na homogeneização dos espaços”, segundo os autores. Para alcançar esse objetivo, a equipe definiu uma “rede de espaços públicos e coletivos diferenciados, mas estruturalmente interligados”, de modo que “o projeto procurou proporcionar a interação daquilo considerado ‘a cidade’”. As qualidades do trabalho, segundo o júri, estão na “inserção dos aspectos paisagísticos no planejamento urbano e valorização dos espaços públicos como elemento de integração no processo de manifestação coletiva, dando a esses espaços o sentido de lugar”.
Cláudio Henrique Pepino, Daniel Marostegan e Carneiro, Eduardo Araújo Silva, Renata Bovo Peres e Thaís Troncon Rosa (autores); João Marcos Lopes, Tárcio Fabrício, Andréia de Fiori, Alexandre Baccili, André Burin, Elisângela Chiquito, Isabel Coelho, Manuela de Souza, Nádia Fontes, Pedro Ekman, Bianca Habib, Gustavo Cerri, Léia Roefero, Lucas Decina, Rodrigo Lapa e Simone Gibran (colaboradores) |
|
 |
 |
 |
 |
| |
Projeto Cultural Luz
São Paulo, 2005 |
|
|
|
 |
 |
 |
 |
| |
Para este trabalho, que faz parte do Programa Monumenta, inicialmente, foi desenvolvido um plano estratégico (criado por cinco escritórios de arquitetura), coordenado pela Secretaria da Cultura estadual. Chegou-se a um conjunto de 14 ações, e a secretaria, juntamente com a Empresa Municipal de Urbanização (Emurb), decidiu privilegiar o entorno da Estação da Luz. Foi criado um desenho para as calçadas e um plano de transposição da avenida Tiradentes, utilizando as plataformas da Estação da Luz, além de diretrizes para a praça da estação metroviária local. O destaque do júri justificou-se por ser um “trabalho de requalificação do espaço urbano e num estágio avançado e positivo de recuperação de uma área emblemática da cidade de São Paulo”.
Eduardo de Almeida (coordenador); Leonardo Sette (equipe de Eduardo de Almeida); Alexandre Almeida, César Iwamizu, Marcelo de Carvalho e Ricardo Bellio (equipe de Estúdio 6 Arquitetos); Apoena Amaral, Alessandra da Silva e José Luiz Brenna (equipe de Soma Arquitetos); Fernando Vinagre, Ana Luíza Addor, Andréa Boller e Rafael Frajndlich (colaboradores) |
|
|