Todo mundo sabe que concursos para projetos de arquitetura no Brasil não são amplamente abertos a todos os profissionais brasileiros. Muitas são as limitações que nos impedem de participar da grande maioria destes concursos e, a maior delas, a obrigatoriedade a associação ao IAB. Sou completamente contra a esse monopólio que o IAB exerce sobre os concursos no Brasil. Pois bem, estamos vendo mais e mais escritórios internacionais ganhando concursos no Brasil e fico me perguntando: será que esses escritórios internacionais são associados ao IAB? Não seria IAB = Instituto de Arquitetos do Brasil? O que um escritório americano tem a contribuir para o IAB além das anuidades? Não seria muito mais respeitável se o IAB abrisse a participação gratuita para pequenos escritórios e profissionais independentes? Não seria essa uma atitude muito mais institucional aos arquitetos brasileiros? Vejam bem que não sou de maneira alguma contra a participação de escritórios internacionais em competições no Brasil porém, sou totalmente contra a exclusão de profissionais nacionais apenas pelo fato de que eles não estão aptos a pagar por uma associação a uma instituição que não os representa.
Tenho observado com frequência que, clientes, ao irem ao meu escritório para uma conversa inicial sobre o projeto, requisitam primeiramente uma "ideiazinha" para então decidirem se fecham ou não o contrato. Para mim, isso é um tremendo desrespeito à profissão, pois essa "ideiazinha" na verdade é, nada menos, do que a concepção, base ou conceito do projeto, ou seja, a parte mais importante, a qual deve ser cobrada.
Quando se vai a um consultório médico, se paga antecipadamente pela consulta, ou será que existem médicos que só cobram se o paciente "ficar bom"?
Qual a opinião de vocês sobre esse assunto?
Gostaria de colecionar algumas opiniões a respeito da 8ª BIA para desenvolver uma monografia a respeito.
Sou estudante de arquitetura e desde já tenho preocupações com a vida pós faculdade. Gostaria de saber de arquitetos, logo após o término da faculdade, quanto tempo em média levaram até conseguir estabilizar-se em um emprego desejado? E para aqueles que abriram o escritório por conta, é quase uma “regra” possuir uma sociedade? Ou o “ideal” seria adquirir grande experiência trabalhando em escritórios até estar apto a abrir seu próprio negócio? O que aliás, envolve muitas outras áreas como administração e finanças onde é preciso imensa responsabilidade para que o negócio saia do lugar. Portanto, apesar de ser uma questão ampla e ao mesmo tempo pessoal, quais são as dicas e opiniões de quem já teve de tomar essas decisões após os árduos 5 anos de curso.
Grata!
Como é feita a captação de clientes em seu escritório?
Descreva quem são seus clientes, como eles chegaram até você e quais tipos de marketing seu escritório realiza para atingir seus clientes.
Esta semana, decidiu o STF - com apenas um voto contrário - não ser necessário o diploma de bacharel em comunicação para o exercício profissional do jornalismo. Em entrevista aos jornais, logo após a histórica sessão, declarou o presidente do tribunal, ministro Gilmar Mendes, que esta decisão provavelmente levará a outras, do mesmo teor, já que a constituição estabelece "ser livre o exercício das profissões", ressalvados os casos em que esse exercício possa colocar em risco a coletividade. Em seguida, citou os casos da engenharia, medicina, direito e áreas afins, que se enquadrariam neste caso excepcional. Nosso próximo passo, portanto, deve ser a adoção imediata do'Exame de Ordem' - rigoroso e obrigatório - se não quisermos correr o risco de sermos equiparados a designers, paisagistas, desenhistas, informatas, cenógrafos e decoradores - todos desregulamentados.
O que caracteriza a arquitetura orgânica?
A mera linha curva ou mista?
Ou a fragmentação da forma, simétrica ou não?
Em 20 anos de atuação como arquiteta pude ver e ouvir várias pérolas de clientes, de alunos, de pedreiros e até de professores.
Conte uma para a gente se divertir um pouco.
Participei de uma palestra muito interessante ministrada por uma arquiteta e por um engenheiro onde se discutia a relação entre estes dois profissionais, na possibilidade de um entendimento e de um relacionamento com um trabalho mais próximo, pois sabemos que na maioria dos projetos isto não acontece, uma vez que sempre existe um pouco de rivalidade. O que vocês acham?
Não seria melhor e mais fácil e mais produtivo se ambos sempre trabalhassem juntos?
Vendo a recém lançada casa pelo ArcoWeb, de autoria do arquiteto Márcio Kogan, qual a opinião dos leitores?
Vocês acham normal que ilhas paradisíacas tenham donos, bem como as praias?
Mesmo sendo particular, vocês acham correto que o IBAMA e a MARINHA autorizem a construção de uma piscina na faixa costeira de uma praia delicada como esta?
Neste caso, a implantação de uma piscina na faixa de areia da praia não desqualificaria o arquiteto como urbanista?
E aí, o que é passível de ser privatizado? O que é incontestavelmente público?
Devemos nós arquitetos contribuir com esses "espetáculos"?
A palavra é de vocês!