Como fica a relação de ética profissional entre engenheiros e arquitetos que, pela lei, podem atuar no mesmo campo? Tenho sofrido bastante com a perseguição de alguns profissionais arquitetos já que sou engenheira pós-graduada e os trabalhos que desenvolvi me levaram a captar clientes que poderiam estar contratando escritórios de arquitetura. Não deveria, ao invés de perseguições e bullig pessoal, se promover mudanças na lei restringindo a atuação dos engenheiros?
De acordo com matéria publicada no site da UOL, o Prefeito de São Paulo, pretende desapropriar 80 prédios no centro da cidade para fazer moradia popular. Na matéria, é citado (por um arquiteto da USP) que isso só não seria suficiente, pois fazer só habitação para pobres no centro desqualificaria a região com melhor infra-estrutura da cidade. Em contrapartida, a implantação de conjuntos habitacionais em regiões periféricas das cidades contribui para a "guetificação ", excluindo as classes mais baixas, superlotando sistemas de transporte público, etc.
É certo que algo precisa ser feito na região central, então, como de fato, tratar o caso de habitação popular na cidade?
Mais uma vez somos contemplados com um projeto e obra de grande apuro, trabalho que permanecerá, além do tempo sem caducar. Ainda que estetas questionem a pureza formal e funcionalistas os aspectos inerentes.
Opinando, digo que é perfeita, uma bela obra de arquitetura, agrada-me sobremodo.
Parabéns à ArcoWeb (mais uma vez).
Aos autores, Márcio Kogan e equipe, ao calculista, aos proprietários da casa, aos fornecedores e construtores - os louros.
Parabéns.
Não concordo de forma alguma com a maneira como são conduzidos os concursos de arquitetura, aqui no Brasil. Acho que o estudo preliminar, que para mim é a mais importante etapa do projeto, pois aí estão as idéias que serão geradas, deveria ser remunerado e não de graça como acontece. Talvez convidar alguns arquitetos com know-how e remunerá-los pelo estudo preliminar.
Você concorda com os famosos "projetos de risco", no qual o cliente só paga se gostar?. Assim são os concursos de arquitetura no Brasil.
Depois do muro para conter a favela todos nós deveríamos rasgar nossos diplomas e ingressar na política. Afinal, para ser político não precisa ir para a escola.
Tenho vergonha da baixa qualidade do ensino e prática da arquitetura no Brasil e o CAU, aparentemente, não irá trazer nenhuma mudança.
Do livro Planeta Favela de Mike Davis: [...Assim, as cidades do futuro, em vez de feitas de vidro e aço, como fora previsto por gerações anteriores de urbanistas, serão construídas em grande parte de tijolo aparente, palha, plástico reciclado, blocos de cimento e restos de madeira. Em vez das cidades de luz arrojando-se aos céus, boa parte do mundo urbano do século XXI instala-se na miséria, cercada de poluição excrementos e deterioração. Na verdade o bilhão de habitantes urbanos que moram nas favelas pós-modernas podem mesmo olhar com inveja as ruínas das robustas casas de barro de Çatal Hüyük, na Anatólia, construídas no alvorecer da vida urbana há 9 mil anos...]
O "mercado" revelou-se absolutamente incapaz de resolver o problema da habitação do homem.
Que caminhos restam a serem seguidos?
Todos os conselhos de classe recebem uma anuidade e não uma taxa sobre cada serviço prestado. Acho isso exagerado, pois estou numa região onde tem um fiscal do CREA-SP para 13 cidades o que torna a fiscalização bem precária.
Gostaria de saber qual a opinião dos meus colegas.
Gostaria de abrir este fórum para um debate sobre o uso do vidro em fachadas, suas vantagens e desvantagens.
Existem três linhas principais de arquitetura: orgânica, modernista e clássica. Você concorda?