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| | Franco
& Fortes Lighting Design Luminotécnica
de loja, São Paulo | | |
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As fontes de luz, penduradas
na estrutura que suporta o telhado, deram origem à expressão
floresta de luminárias. Em
primeiro plano, o café |
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| Autônomos, edifícios configuram vazio com floresta
de luminárias | | | | |
Desde o início do trabalho de revitalização
da marca Tok & Stok, Franco & Fortes Lighting Design tem sido responsável
pelo projeto luminotécnico das lojas da empresa. O escritório trabalhou
um conceito básico, submetido a um upgrade no momento em que ela passou
a ocupar edifícios autônomos. A loja na marginal do Tietê,
em São Paulo, segunda desse tipo, tem concepção de projeto
e luminotécnica semelhante à da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.
Devido ao avantajado porte da edificação, é quase impossível
não notar, durante o dia, a mais nova loja da rede Tok & Stok em São
Paulo, na marginal do Tietê, próximo à ponte da Vila Guilherme,
zona norte da cidade. À noite, a visibilidade fica garantida pelo
projeto luminotécnico de Gilberto Franco e Carlos Fortes, em parte
devido à extensa fachada do prédio (projetado pelo arquiteto Felippe
Crescenti), iluminada como um enorme outdoor. A luz realça também
o desenho da marca, efeito obtido com a instalação, no topo
da construção, de projetores de facho assimétrico
equipados com lâmpadas de vapor metálico de 150 watts - alguns desses
equipamentos focam as letras. O prédio da Tok & Stok é
formado por dois blocos retangulares, que têm como elemento de conexão
a marquise de acesso. “Desenvolvemos para esta uma iluminação do
tipo downlight, utilizando lâmpadas de vapor metálico de facho
médio acopladas a luminárias dotadas de controle antiofuscamento”,
informa Franco. Transposta a marquise, chega-se ao hall de distribuição,
onde escadas rolantes levam ao pavimento superior, no qual é mais explícita
a teatralização do espaço, com a montagem de dezenas
de ambientes. No térreo ficam as gôndolas que acomodam peças
de menor porte, assim como o café e uma livraria especializada em publicações
de arquitetura e design. Um grande vazio na parte central do edifício
recebeu telhado do tipo shed, que permite a entrada abundante de luz natural.
Esse vazio determinou a evolução conceitual da proposta de luminotecnia.
O objetivo de Franco & Fortes era, nesse trecho, aproximar a luz artificial
o máximo possível da diurna. A iluminação difusa,
vinda de luminárias com lâmpadas de vapor metálico com projetores
de facho assimétrico dirigidos ao plano inclinado do telhado em shed, produziu
o efeito desejado, a ponto de, em fotos, ser difícil distinguir as duas
situações. A livraria e o café, que não possuem
tetos, receberam iluminação geral com pendentes do tipo downlight
de facho aberto, fixadas na estrutura da cobertura - a ordenação
desses equipamentos compôs, nas palavras de Crescenti, “uma floresta de
luminárias”. Para a iluminação de destaque nas prateleiras
da livraria, foram especificadas peças delgadas (1,5 milímetro de
diâmetro), com lâmpadas fluorescentes T5. No pavimento superior,
o trabalho de Crescenti sugere um percurso. Os luminotécnicos criaram para
esse trajeto de teto rebaixado uma iluminação de caráter
dramático, com a alternância de zonas claras e escuras criando
um ritmo no piso. O que proporciona esse efeito é o conjunto de luminária
e lâmpada AR 70 de facho concentrado de oito graus. Nos ambientes
montados à margem desse caminho, uma malha metálica cruzada forma
quadrados de dois metros de lado com tomadas para permitir a fixação
de luminárias. “Para atender a essa demanda de iluminação
desenhamos um sistema de peças bastante simples, que podem receber lâmpadas
fluorescentes compactas triplas, refletoras PAR 30 de 75 watts e AR 111 de 50
watts, oito graus e facho concentrado”, relata Franco. A combinação
é realizada de acordo com o ambiente. Texto
resumido a partir de reportagem de Adilson Melendez Publicada originalmente
em PROJETODESIGN Edição 315 Maio de 2006 |
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A livraria está situada
no primeiro piso, no vazio central. A luz de destaque, nas prateleiras, vem
de luminária delgada, equipada com lâmpada fluorescente T5 |
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| Na parte central do edifício,
o vazio teve solução luminotécnica que busca aproximar-se
da luz natural | | |
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| A iluminação abundante
na área de chekout tem origem em luminárias pendentes
e lâmpadas de 70 watts |
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O percurso sugerido pela
arquitetura, no pavimento superior, tem o forro rebaixado e iluminação
de caráter dramático, que, no piso, alterna o claro e o escuro |
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O percurso sugerido pela
arquitetura, no pavimento superior, tem o forro rebaixado e iluminação
de caráter dramático, que, no piso, alterna o claro e o escuro |
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Os arquitetos Gilberto Franco (FAU/USP, 1981) e Carlos Fortes (FAU/UFRJ,
1986) são sócios no escritório Franco & Fortes Lighting
Design, que constituíram em 1997. Franco é o atual presidente da
A ssociaç ão Brasileira de Arquitetos de Iluminação
(Asbai) | |
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| | A
malha metálica no teto tem tomadas onde podem ser fixadas as luminárias.
Estas podem receber três tipos de lâmpadas, de acordo com o ambiente | | No
segundo piso, os ambientes sugeridos são valorizados pela iluminação
criteriosa | | | | | |
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| | As
torres de atendimento, no segundo piso, têm luminárias penduradas
na malha metálica, providas com lâmpadas de vapor metálico
de 70 watts | | A
marquise que conecta os dois blocos tem iluminação do tipo downlight,
com lâmpadas de vapor metálico de facho médio e luminárias
dotadas de controle antiofuscamento |  |  |
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| Fornecedores Trust,
Reeme (luminárias); Osram, Philips (lâmpadas) | |
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