7º Lighting Design
Arthur Casas
- Detalhes
- 13 de Outubro de 2004. Visitas: 61.483
Luz no interior
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| Na casa de eventos, o painel luminoso modifica a atmosfera do espaço |
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| No Hotel Emiliano, o destaque é a diferença no durante o dia e à noite |
Arthur Casas propôs, em sua apresentação, exemplificar a relação entre o luminotécnico e o arquiteto sobretudo em projetos de interiores. Faz-se cada vez mais necessária a presença de um luminotécnico nos projetos que ele realiza, “principalmente em espaços comerciais”, revela.
Segundo Casas, a tecnologia está avançando de tal forma que, para o arquiteto conseguir acompanhá-la, precisa do auxílio de um profissional especializado em luz artificial. Nos projetos residenciais, a participação de um luminotécnico só ocorre se o cliente for muito exigente, ele avalia.
Essas observações foram exemplificadas por Casas com projetos recentes de seu escritório. Um deles é o showroom da Ornare, em São Paulo. Na luminotécnica - desenvolvida por Guinter Parschalk - destaca-se o backlight, bastante utilizado por Casas em outros trabalhos. O desafio do projeto foi compor a luz natural com a artificial, uma vez que o espaço possui grandes aberturas.
A loja de roupas femininas Vivavida, localizada no shopping Iguatemi, em São Paulo, teve iluminação desenvolvida por Franco & Fortes. O ponto interessante do projeto foi transformar o espaço em uma espécie de closet, com boa iluminação dos produtos. Outro exemplo apresentado foi a loja do estilista Reinaldo Loureiro.
Casas mostrou ainda os projetos de um bar, uma casa noturna e um hotel.
Sobre o bar, localizado em Nova York, afirmou que o desafio foi criar uma atmosfera intimista, que tem seu elemento marcante na cortina iluminada com tons amarelados. O luminotécnico foi o norte-americano Ira Levy.
Já na casa noturna Blast, em São Paulo, com projeto de luz de Franco & Fortes, o destaque é o painel colorido que, conforme o desejo do cliente, modifica a atmosfera do local de acordo com o evento.
No Hotel Emiliano, também em São Paulo, com luminotécnica desenvolvida pelo próprio Casas, o embate fica por conta da abundante luz natural, que contrasta com a artificial. ”O local é completamente diferente de dia e de noite”, ele relatou. “Em um projeto desse porte, seria necessário um luminotécnico”, opinou.
Por fim, Casas destacou os projetos residenciais de um apartamento em São Paulo e outro no Rio, este com luminotécnica de Peter Gasper.
Segundo Casas, a tecnologia está avançando de tal forma que, para o arquiteto conseguir acompanhá-la, precisa do auxílio de um profissional especializado em luz artificial. Nos projetos residenciais, a participação de um luminotécnico só ocorre se o cliente for muito exigente, ele avalia.
Essas observações foram exemplificadas por Casas com projetos recentes de seu escritório. Um deles é o showroom da Ornare, em São Paulo. Na luminotécnica - desenvolvida por Guinter Parschalk - destaca-se o backlight, bastante utilizado por Casas em outros trabalhos. O desafio do projeto foi compor a luz natural com a artificial, uma vez que o espaço possui grandes aberturas.
A loja de roupas femininas Vivavida, localizada no shopping Iguatemi, em São Paulo, teve iluminação desenvolvida por Franco & Fortes. O ponto interessante do projeto foi transformar o espaço em uma espécie de closet, com boa iluminação dos produtos. Outro exemplo apresentado foi a loja do estilista Reinaldo Loureiro.
Casas mostrou ainda os projetos de um bar, uma casa noturna e um hotel.
Sobre o bar, localizado em Nova York, afirmou que o desafio foi criar uma atmosfera intimista, que tem seu elemento marcante na cortina iluminada com tons amarelados. O luminotécnico foi o norte-americano Ira Levy.
Já na casa noturna Blast, em São Paulo, com projeto de luz de Franco & Fortes, o destaque é o painel colorido que, conforme o desejo do cliente, modifica a atmosfera do local de acordo com o evento.
No Hotel Emiliano, também em São Paulo, com luminotécnica desenvolvida pelo próprio Casas, o embate fica por conta da abundante luz natural, que contrasta com a artificial. ”O local é completamente diferente de dia e de noite”, ele relatou. “Em um projeto desse porte, seria necessário um luminotécnico”, opinou.
Por fim, Casas destacou os projetos residenciais de um apartamento em São Paulo e outro no Rio, este com luminotécnica de Peter Gasper.
Publicada originalmente em PROJETODESIGN
Edição 296 Outubro de 2004
Edição 296 Outubro de 2004













