7º Lighting Design
Carlos Fortes
- Detalhes
- 13 de Outubro de 2004. Visitas: 61.217
Luminotécnica integrada
![]() |
| Residência no Morumbi, em São Paulo, projetada por Reinach Mendonça, com projeto luminotécnico da Franco & Fortes Lighting Design |
![]() |
| Para o lighting designer, a luminotécnica não pode desconsiderar o partido adotado no projeto de arquitetura |
![]() |
| Na iluminação residencial, acredita Fortes, é importante identificar os hábitos dos moradores e suas expectativas com o projeto |
A integração entre os profissionais envolvidos - arquiteto, designer de interiores e paisagista - e os moradores é, na visão do arquiteto e lighting designer Carlos Fortes, a condição preliminar para o sucesso da iluminação residencial.
“Os primeiros fatores a levar em conta são os partidos adotados nos projetos de arquitetura, interiores e paisagismo, que determinam os conceitos a serem seguidos pelo arquiteto de iluminação”, ensinou Fortes, em sua palestra no 7º Lighting Design.
O desenho da luz no ambiente, o estudo dos materiais e das cores selecionados para as diferentes superfícies, as relações de volumes e vazios do projeto, a definição de uso de cada ambiente, as circulações, enfim, todos os conceitos básicos extraídos da arquitetura são informações valiosas e essenciais para a escolha de um partido para o projeto de iluminação.
“Chamamos isso de lighting design”, conceituou Fortes.
Outro fator importante destacado por ele é a necessidade de observar a presença da luz natural na residência e como ela interage com os ambientes, bem como o diálogo que estabelece com os sistemas de iluminação artificial. Deve ainda ser considerada a adequação dos equipamentos ao tipo de projeto que está sendo desenvolvido - aí são analisadas as especificidades de cada proposta.
“Os hábitos dos moradores e suas expectativas com o projeto, o orçamento da obra, o dimensionamento correto e a especificação de produtos - luminárias, lâmpadas, reatores - adequados ao uso residencial são determinantes para se atingir um bom resultado”, avaliou.
Por fim, Fortes chamou a atenção para a economia dos sistemas, destacando não apenas o custo de instalação, mas a facilidade de manutenção, o uso racional da energia, a utilização de sistemas de controle e de dimmers.
“Os primeiros fatores a levar em conta são os partidos adotados nos projetos de arquitetura, interiores e paisagismo, que determinam os conceitos a serem seguidos pelo arquiteto de iluminação”, ensinou Fortes, em sua palestra no 7º Lighting Design.
O desenho da luz no ambiente, o estudo dos materiais e das cores selecionados para as diferentes superfícies, as relações de volumes e vazios do projeto, a definição de uso de cada ambiente, as circulações, enfim, todos os conceitos básicos extraídos da arquitetura são informações valiosas e essenciais para a escolha de um partido para o projeto de iluminação.
“Chamamos isso de lighting design”, conceituou Fortes.
Outro fator importante destacado por ele é a necessidade de observar a presença da luz natural na residência e como ela interage com os ambientes, bem como o diálogo que estabelece com os sistemas de iluminação artificial. Deve ainda ser considerada a adequação dos equipamentos ao tipo de projeto que está sendo desenvolvido - aí são analisadas as especificidades de cada proposta.
“Os hábitos dos moradores e suas expectativas com o projeto, o orçamento da obra, o dimensionamento correto e a especificação de produtos - luminárias, lâmpadas, reatores - adequados ao uso residencial são determinantes para se atingir um bom resultado”, avaliou.
Por fim, Fortes chamou a atenção para a economia dos sistemas, destacando não apenas o custo de instalação, mas a facilidade de manutenção, o uso racional da energia, a utilização de sistemas de controle e de dimmers.
Publicada originalmente em PROJETODESIGN
Edição 296 Outubro de 2004
Edição 296 Outubro de 2004













