7º Lighting Design
Rogério Batagliesi
- Detalhes
- 13 de Outubro de 2004. Visitas: 60.381
Crítica ao empirismo
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| Sede paulistana do BankBoston, que tem arquitetura de Skidmore, Owings & Merrill e projeto luminotécnico de Schuler & Stok e Esther Stiller |
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| Campus do Senac/SP, projetado de arquitetura de Aflalo & Gasperini, projeto luminotécnico de Franco & Fortes Lighting Design |
Qual a expectativa dos arquitetos quando recorrem a um lighting designer? Ao abordar, em sua palestra, as relações entre o projeto de arquitetura e a luminotecnia, Rogério Batagliesi deu algumas respostas.
“Os arquitetos querem a fiel reprodução de cores, a dramatização da cena arquitetônica, a valorização dos detalhes, e que o desenho de iluminação proporcione a leitura do espaço e dos objetos”, afirmou.
A esses desempenhos, de natureza mais subjetiva, Batagliesi acrescentou outros, de caráter mais objetivo, como o emprego de tecnologia sofisticada, a praticidade na operação dos sistemas e a economia de meios. “Buscamos o baixo custo de implantação e a redução no consumo energético”, completou.
Batagliesi afirmou também que, em sua opinião, há um exagerado empirismo no que se refere às soluções propostas nos projetos de iluminação. “O nível de controle do resultado final ainda é mínimo”, ele considerou, admitindo, porém, que os arquitetos têm dificuldade de compreender o projeto luminotécnico.
Em sua apresentação, Rogério Batagliesi exemplificou sua tese com trabalhos de outros arquitetos e luminotécnicos, entre eles Franco & Fortes, Guinter Parschalk e Schuler & Stok/Esther Stiller.
“Os arquitetos querem a fiel reprodução de cores, a dramatização da cena arquitetônica, a valorização dos detalhes, e que o desenho de iluminação proporcione a leitura do espaço e dos objetos”, afirmou.
A esses desempenhos, de natureza mais subjetiva, Batagliesi acrescentou outros, de caráter mais objetivo, como o emprego de tecnologia sofisticada, a praticidade na operação dos sistemas e a economia de meios. “Buscamos o baixo custo de implantação e a redução no consumo energético”, completou.
Batagliesi afirmou também que, em sua opinião, há um exagerado empirismo no que se refere às soluções propostas nos projetos de iluminação. “O nível de controle do resultado final ainda é mínimo”, ele considerou, admitindo, porém, que os arquitetos têm dificuldade de compreender o projeto luminotécnico.
Em sua apresentação, Rogério Batagliesi exemplificou sua tese com trabalhos de outros arquitetos e luminotécnicos, entre eles Franco & Fortes, Guinter Parschalk e Schuler & Stok/Esther Stiller.
Publicada originalmente em PROJETODESIGN
Edição 296 Outubro de 2004
Edição 296 Outubro de 2004
Ébano, casa noturna em São Paulo projetada
por Consuelo Jorge e iluminada
por Guinter Parschalk
por Consuelo Jorge e iluminada
por Guinter Parschalk












