7º Lighting Design

Rogério Batagliesi

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Principal Gustavo Avilés - Filosofia da iluminação Kai Piippo - Cenários de luz na Escandinávia Esther Stiller - Arte e ciência Carlos Fortes - Luminotécnica integrada Peter Gasper - Criar, e nao inventar Rogério Batagliesi - Crítica ao empirismo Arthur Casas - Luz no interior
Crítica ao empirismo
Sede paulistana do BankBoston, que tem arquitetura de Skidmore, Owings & Merrill e projeto luminotécnico de
Schuler & Stok e Esther Stiller
 
Campus do Senac/SP, projetado de arquitetura de
Aflalo & Gasperini, projeto luminotécnico de
Franco & Fortes Lighting Design
Qual a expectativa dos arquitetos quando recorrem a um lighting designer? Ao abordar, em sua palestra, as relações entre o projeto de arquitetura e a luminotecnia, Rogério Batagliesi deu algumas respostas.

“Os arquitetos querem a fiel reprodução de cores, a dramatização da cena arquitetônica, a valorização dos detalhes, e que o desenho de iluminação proporcione a leitura do espaço e dos objetos”, afirmou.

A esses desempenhos, de natureza mais subjetiva, Batagliesi acrescentou outros, de caráter mais objetivo, como o emprego de tecnologia sofisticada, a praticidade na operação dos sistemas e a economia de meios. “Buscamos o baixo custo de implantação e a redução no consumo energético”, completou.

Batagliesi afirmou também que, em sua opinião, há um exagerado empirismo no que se refere às soluções propostas nos projetos de iluminação. “O nível de controle do resultado final ainda é mínimo”, ele considerou, admitindo, porém, que os arquitetos têm dificuldade de compreender o projeto luminotécnico.

Em sua apresentação, Rogério Batagliesi exemplificou sua tese com trabalhos de outros arquitetos e luminotécnicos, entre eles Franco & Fortes, Guinter Parschalk e Schuler & Stok/Esther Stiller.

Publicada originalmente em PROJETODESIGN
Edição 296 Outubro de 2004

Ébano, casa noturna em São Paulo projetada
por Consuelo Jorge e iluminada
por Guinter Parschalk