Um debate sobre mobiliário de escritórios

Algumas vezes isso é feito verbalmente?

Carlos Mauricio Duque   Renata Semin   Francisco Javier Manubens   Roberto Loeb
Algumas vezes isso é feito verbalmente ?
Roberto Loeb
 
Muitas vezes. Não se pode dizer quem especificou isso ou aquilo. Se acontecer algo no futuro, o cliente nunca mais vai contratar aquele profissional. Por isso precisa ter norma.
 
Renata Semin
 
Inevitavelmente, como arquitetos, temos o papel de formar gente mais exigente para nos contratar. Há meios de fazer isso, mas é muito custoso. Há também que se inventar produtos e serviços novos, porque hoje todos estão vendendo a mesma coisa. Os projetos do mercado são produtos semelhantes, só que é só idéia, não é produto. Na verdade, fazemos um exercício de inventividade a cada minuto para dizer o que vamos fazer e qual o diferencial.

Publicada originalmente em PROJETODESIGN
Edição 268 Junho 2002
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O bom projeto de escritórios deve enfatizar
o design, a qualidade, o preço ou o conceito?
A normalização tem ajudado, está completa
ou ainda faltam coisas que poderiam ajudar
o especificador e o projetista?

Em sua opinião, essa miopia acontece porque fabricantes não atentam para a questão ou porque isso elevaria o custo de produção?
Arquitetos e fabricantes têm
como contribuir com isso?
E como está a produção de mobiliário
brasileiro na área da ergonomia?
Não temos nenhum tipo
de certificação no Brasil?
Quais seriam os bons critérios na especificação de mobiliário para obras de pequeno porte?
Quais são as tendências atuais
do layout de escritórios?
A tendência do escritório aberto muda alguma coisa em relação à especificação
do mobiliário?
Radiação vinda de onde?
Essa pesquisa foi feita quando e onde?
Em geral, qual é a receptividade
a essa proposta?
Como deve se comportar o arquiteto ou o projetista diante dessas questões?
Certamente há quem aceite coisas que não seriam aceitáveis, ou que não deveriam ser, em um projeto de interiores.
Não seria o caso de propor a tarefa de discutir o espaço do escritório com os futuros administradores e contratantes às próprias entidades de arquitetos? A Asbea e o IAB, por exemplo, poderiam procurar escolas como a FGV e a FEA.
Formados a partir de que base?
Na verdade, de acordo com o Código
de Defesa do Consumidor, arquiteto
e fabricante são co-responsáveis.
Algumas vezes isso é feito verbalmente?
Como cada um de vocês considera
o seu diferencial em um projeto de escritório?