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De acordo com João Paulo Beugger, um dos
autores do projeto, o estudo da ocupação permitiu
acomodar mais 250 funcionários com melhorias no fluxo
de trabalho. O layout criado no Aymoré adapta-se
às calhas originais do piso, distribuídas
de forma irregular e mantidas para dispensar o piso elevado.
O desenho foi viabilizado pela adoção de biombos
eletrificados como complemento das mesas preexistentes
e por armários baixos que, além de servir
de base a impressoras, promovem a simetria na disposição
dos postos de trabalho. No Amsterdã, uma nova malha
de piso aumenta a flexibilidade e atende ao adensamento
previsto.
As antigas luminárias foram substituídas
por um modelo mais eficiente, que, com apenas uma lâmpada,
mantém o mesmo grau de iluminância. Para os
forros, foram especificadas placas modulares de fibra mineral.
As intervenções no edifício Aymoré
incluíram pressurização da escada de
incêndio, abertura de shafts para a passagem
das novas instalações e criação
de casa de máquinas para ar-condicionado em cada
andar, o que implicou novo posicionamento dos acessos aos
salões de escritórios. No oitavo andar, foram
criadas salas de reuniões para recepção
de grandes clientes.
Na segunda etapa de obras serão concluídos
o térreo, o que inclui um auditório, e o segundo
pavimento, onde haverá uma área de convivência
e treinamento para funcionários. No Amsterdã,
o novo sistema de ar condicionado tem o dobro de capacidade.
Texto resumido a partir de reportagem
de Nanci Corbioli
Publicada originalmente em PROJETODESIGN
Edição 302 Abril de 2005
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