URBAN21: Menções honrosas

Certificados foram concedidos aos autores, orientadores e instituições que obtiveram menção honrosa. Conheça-os:


Novo Horizonte

Equipe: Breno Francisco Ayres, Felipe Machado Cordella, Júlia Thomé de Oliveira e Stefan Maier
Instituição: Universidade Federal de Santa Catarina,
Florianópolis (SC)
Orientador: Samuel Steiner dos Santos

O partido do projeto é gerar espaços públicos qualificados a partir da criação de um eixo de mobilidade urbana que ocupa um dos últimos vazios urbanos de Florianópolis. O local de intervenção é estratégico, pois se localiza junto ao único acesso à ilha e está próximo ao mar, permitindo integrar diferentes modais por meio de transporte marítimo, atualmente inexistente na ilha, e conectando as baías norte e sul. Fortalece-se, assim, o transporte público. São propostas também novas edificações que propiciam diversidade de usos e conformam os espaços públicos, assegurando a vitalidade da urbe e promovendo o reencontro da população com o mar. Para superar as barreiras tanto físicas como sociais, promove-se a harmonização da paisagem urbana e natural, e a criação de um espaço igualitário que permite o convívio harmônico na cidade.

Parecer do júri: Direcionar o olhar para uma área carente de propostas urbanas, na parte continental da capital de Santa Catarina, voltada para a baía sul, foi um dos méritos do trabalho. O projeto apresenta sugestões para um dos últimos vazios urbanos encontrados em Florianópolis, que é seccionado pela rodovia que leva à ilha, e revela preocupação não só com a apresentação formal, mas com outras variáveis que incidem sobre um projeto urbano.

Clique aqui para ver o PDF com o projeto completo


Rio a Rio

Equipe: Fernanda Morais Rodrigues, Candida Maria Barbosa Feitosa Silva, Francisca Erlayane Ferreira Silva, Gabriela M. Celestino de Sousa, Gabriela S. Maia da Silva, Sandra Batista Medeiros e Ylana Maria Gadelha Pitombeira Furtado
Instituição: Universidade Federal do Piauí,
Teresina (PI)
Orientadora: Nícia Bezerra Formiga Leite

Com nome inspirado no verso do hino da capital do Piauí - “Risonha entre dois rios que te abraçam” -, o projeto Rio a Rio incide sobre região de Teresina que enfrenta problemas como insegurança, congestionamentos, existência de áreas marginalizadas e falta de acessibilidade. A proposta tem como objetivo resgatar a memória cultural das paisagens naturais e históricas do local, qualificar o meio ambiente, com a captação de energia limpa e o manejo de resíduos sólidos, a criação de áreas verdes, e implantar um conjunto de medidas para se ter uma cidade compacta e democrática. Além de resgatar a identidade, busca-se também servir de modelo para a requalificação de outros pontos da cidade ao relacionar eficiência sustentável e valorização histórica e paisagística.

Parecer do júri: O projeto promove detalhada costura da cidade conectando, através da avenida Frei Serafim, o Parnaíba e Poti, rios que abraçam a capital piauiense. A leitura de que tudo pode ser recuperado na região central de Teresina é precisa e inclui estimativas de custos. Sinaliza‑se a recuperação do patrimônio e da avenida por meio da arborização.

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Reconciliando o Rio com a Cidade

Equipe: Felipe M. do Vale Arnaud, Carlos Alberto A. Dias Filho, Eloyse D. Izidoro do Nascimento, Gabriel Pereira de N. Melo, Pablo Henrique C. Camilo Costa, Pedro Santiago P. de Melo, Raíssa Karolina Di Pace Rodrigues e Sávio Lima do Vale Júnior
Instituição: Centro Universitário de João Pessoa – Unipê,
João Pessoa (PB)
Orientadores: Sonia Matos Falcão e Marco Antonio Suassuna Lima

A proposta é a de criação de uma nova atmosfera no Bairro do Varadouro, em João Pessoa, e consiste em aproveitar suas potencialidades segundo plano de requalificação e restauro. A região, gênese do município, tem grande valor histórico, porém está em situação de degradação. Para devolver a vida ao espaço, a equipe fundamenta-se em diretrizes sociais, econômicas, ambientais e de mobilidade, com base no urbanismo participativo. A primeira fase de implantação deveria consistir no reassentamento temporário de comércios e famílias em área de risco; na reabilitação de galpões e patrimônio; e na importante abertura de eixos visuais para reaproximação da comunidade com o rio e a paisagem local. A segunda fase busca implementar uma complexa estrutura viária pública, que une diferentes modais de transporte: ferroviário, aquaviário e rodoviário.

Parecer do júri: Trabalho bem construído e cuidadoso no sentido de identificar o que deve permanecer e o que pode ser removido. A proposta é correta em sua metodologia – com as áreas verdes e borda do rio tratadas com delicadeza. Chama atenção a questão da revitalização, uma vez que o desenho urbano deve também discutir as conversões e o reaproveitamento das edificações existentes.

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Texto de | Publicada originalmente em Projeto Design na Edição 440
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