Painéis para fechamento de fachadas
Pré-moldados
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- 13 de Julho de 2009. Visitas: 31.183
Versáteis, painéis conquistam mercado
Com o mercado em expansão e a garantia de uma obra limpa, rápida e sem desperdício, os pré-fabricados para o fechamento de fachadas vêm conquistando novos segmentos da construção civil, já sendo especificados para edifícios comerciais, shopping centers e construções hospitalares, em substituição a soluções tradicionais.
O ritmo de crescimento da construção civil vem sendo acompanhado pelo setor de pré-fabricados de concreto. Até o final de 2008, algumas fábricas já operavam no limite de sua capacidade e as empresas programavam ampliação de instalações ou expansão para outras regiões do país. Nos últimos anos, o setor cresceu cerca de 10% e previa fechar 2008 acima dos 15%. Segundo o presidente da Associação Brasileira da Construção Industrializada de Concreto (Abcic), Paulo Sérgio Teixeira Cordeiro, esse movimento só não é maior por causa da baixa mecanização dos canteiros. "Tanto na Europa como nos Estados Unidos, mesmo em obras pequenas há gruas disponíveis", ele compara, acrescentando que, com o aquecimento recente na construção civil, a produção de pré-fabricados também começa a sentir falta de mão-de-obra. "Se o crescimento continuar, certamente a tendência será mecanizar ainda mais os canteiros, a exemplo de outros países", antevê Cordeiro. A entidade reúne 79 associados, dos quais 40 são fabricantes.
Para aprimorar o desenvolvimento tecnológico da indústria de painéis arquitetônicos e dar conta das exigências cada vez maiores do mercado, a Abcic vem firmando parcerias com entidades internacionais, como o Precast Concrete Institute (PCI/EUA) e a Federátion Internationalle du Beton (FIB). A Abcic também atua com a British Precast Association (Inglaterra) e o Canadian Precast Concrete Institute (CPCI). O processo de aproximação com o PCI/EUA deverá ser concluído até o início do próximo ano. "Estar alinhado com as tendências internacionais contribui para aprimorar nossas pesquisas, fornecer subsídios para os comitês técnicos e discutir aspectos importantes das normas", explica o presidente da Abcic. Cordeiro informa que no ano passado um grupo de associados visitou a Europa para conhecer fábricas e manter contato com profissionais internacionais. "Reunimos o material referente à sustentabilidade em comitês já estruturados por essas entidades e vamos verificar o que podemos agregar aos nossos trabalhos", acrescenta.
Para aprimorar o desenvolvimento tecnológico da indústria de painéis arquitetônicos e dar conta das exigências cada vez maiores do mercado, a Abcic vem firmando parcerias com entidades internacionais, como o Precast Concrete Institute (PCI/EUA) e a Federátion Internationalle du Beton (FIB). A Abcic também atua com a British Precast Association (Inglaterra) e o Canadian Precast Concrete Institute (CPCI). O processo de aproximação com o PCI/EUA deverá ser concluído até o início do próximo ano. "Estar alinhado com as tendências internacionais contribui para aprimorar nossas pesquisas, fornecer subsídios para os comitês técnicos e discutir aspectos importantes das normas", explica o presidente da Abcic. Cordeiro informa que no ano passado um grupo de associados visitou a Europa para conhecer fábricas e manter contato com profissionais internacionais. "Reunimos o material referente à sustentabilidade em comitês já estruturados por essas entidades e vamos verificar o que podemos agregar aos nossos trabalhos", acrescenta.
Obras com painéis da Gail na europa: canteiro 100% mecanizado


"O Selo de Excelência Abcic é um programa evolutivo que leva em consideração não somente a qualidade, mas também a segurança do trabalho e o meio ambiente, agregando conceitos das normas técnicas aplicáveis aos produtos, além das ISOs 9.001 e 14.001", destaca Cordeiro. Ele admite que ainda há muito a fazer, mas a entidade acompanha de perto o trabalho de organismos internacionais, visando estabelecer, também, um comitê de sustentabilidade. Para ampliar os quesitos de durabilidade dos pré-fabricados de concreto e evitar patologias nas interfaces com outros sistemas construtivos, a Abcic criou um comitê específico para avaliar a necessidade de melhoria contínua das normas técnicas correlacionadas ao setor. Na revisão da NBR 9.062, concluída em dezembro de 2006, por exemplo, foram definidos, entre outros parâmetros, a melhor utilização dos softwares de cálculo, o controle de qualidade e a ampliação de tolerâncias dimensionais para produção e montagem dos elementos. Houve, ainda, melhora na utilização de alças e sistemas de içamento, visando oferecer maior segurança à movimentação e ao transporte dos painéis.
"Os arquitetos que conhecem os sistemas não têm restrição ao uso; ao contrário, as soluções industrializadas têm sido cada vez mais procuradas, por serem economicamente viáveis e atenderem a cronogramas cada vez mais rígidos, respeitando a liberdade arquitetônica, a criatividade e a plasticidade", argumenta Cordeiro. Segundo ele, já ficou para trás a época em que a utilização de elementos pré-fabricados era associada a obras sem padrão de estética, destinadas somente a galpões ou estruturas do tipo caixote. O presidente da Abcic destaca que, quando uma obra já é concebida para utilizar pré-fabricados, o projeto pode tirar o máximo proveito do potencial que eles oferecem. "Essa avaliação prévia passa pelo sistema estrutural a ser definido e terá dois aspectos fundamentais a considerar: a modulação e as ligações a serem adotadas", explica. Uma das diferenças entre as estruturas convencionais e as pré-moldadas são os elementos de ligação (viga-pilar, pilar-pilar etc.); há casos em que a viabilidade abarca soluções mistas, compondo o pré-fabricado com o moldado in loco ou outros sistemas construtivos. "Essa interface é perfeitamente viável, devido à grande flexibilidade dos elementos pré-fabricados de concreto", acentua Cordeiro.
CERÂMICA EXTRUDADA
Apesar da expectativa, para 2009, de desaceleração econômica e compressão de margens no setor da construção, o presidente da Gail, Fernando Veiga Prata, diz que vislumbra um excepcional potencial para soluções inovadoras, como o KeraGail, um sistema com cerâmica extrudada indicado para fachadas-cortinas ventiladas. No formato 120 x 40 centímetros, o mais utilizado, tem-se, segundo a Gail, a melhor relação custo/benefício, embora existam painéis com outras dimensões.
Já consolidado em países europeus, o sistema de fachadas ventiladas com painéis extrudados utiliza processo de extrusão, que permite a conformação de ranhuras na placa cerâmica, necessárias para a fixação, além de permitir o uso de vazados, que diminuem o peso próprio das peças. Com 18 milímetros de espessura, esse painel extrudado é o mais leve do mercado, sendo que todo o conjunto pesa apenas 32 kg/m.
Segundo João Paulo Ulrich de Alencastro, gerente de Negócios da Gail, o KeraGail utiliza para fixação uma subestrutura de alumínio normatizada, ao contrário dos sistemas tradicionais, em que o revestimento externo adere à alvenaria. Isso dispensa qualquer tipo de corte ou furo que possa enfraquecer a placa cerâmica, garantindo a estabilidade e segurança do sistema. A empresa comercializa o KeraGail com placas naturais e esmaltadas, com a possibilidade de desenvolver uma centena de cores sob encomenda. Os painéis são produzidos na Alemanha e a subestrutura de alumínio, no Brasil.
VELOCIDADE DAS OBRAS
Nos últimos anos, o interesse pelos painéis arquitetônicos também vem aumentando na Munte, conforme atesta o número de consultas à área comercial. Segundo Railton A. Carvalho, gerente geral de Vendas e Marketing, a crescente procura se deve à velocidade cada vez maior de execução das obras. "Além de proporcionar repetitividade e agilidade de aplicação, o painel arquitetônico é uma alternativa de custo/benefício interessante", observa. Em concreto acabado, os painéis da Munte oferecem texturas com jato de areia, argamassa projetada, granilha exposta e com aplicação de cerâmica, entre outras possibilidades, podendo incluir, ainda, estilos de época. Os painéis são de concreto autoadensável, com agregados especiais, variando de acordo com o interesse do cliente, que também pode escolher a textura. Para a fixação utilizam-se inserts metálicos e o tamanho dos módulos atende às especificações do projeto, considerando o peso da peça, a forma de montagem, a aplicação e outras variáveis.
"Os arquitetos que conhecem os sistemas não têm restrição ao uso; ao contrário, as soluções industrializadas têm sido cada vez mais procuradas, por serem economicamente viáveis e atenderem a cronogramas cada vez mais rígidos, respeitando a liberdade arquitetônica, a criatividade e a plasticidade", argumenta Cordeiro. Segundo ele, já ficou para trás a época em que a utilização de elementos pré-fabricados era associada a obras sem padrão de estética, destinadas somente a galpões ou estruturas do tipo caixote. O presidente da Abcic destaca que, quando uma obra já é concebida para utilizar pré-fabricados, o projeto pode tirar o máximo proveito do potencial que eles oferecem. "Essa avaliação prévia passa pelo sistema estrutural a ser definido e terá dois aspectos fundamentais a considerar: a modulação e as ligações a serem adotadas", explica. Uma das diferenças entre as estruturas convencionais e as pré-moldadas são os elementos de ligação (viga-pilar, pilar-pilar etc.); há casos em que a viabilidade abarca soluções mistas, compondo o pré-fabricado com o moldado in loco ou outros sistemas construtivos. "Essa interface é perfeitamente viável, devido à grande flexibilidade dos elementos pré-fabricados de concreto", acentua Cordeiro.
CERÂMICA EXTRUDADA
Apesar da expectativa, para 2009, de desaceleração econômica e compressão de margens no setor da construção, o presidente da Gail, Fernando Veiga Prata, diz que vislumbra um excepcional potencial para soluções inovadoras, como o KeraGail, um sistema com cerâmica extrudada indicado para fachadas-cortinas ventiladas. No formato 120 x 40 centímetros, o mais utilizado, tem-se, segundo a Gail, a melhor relação custo/benefício, embora existam painéis com outras dimensões.
Já consolidado em países europeus, o sistema de fachadas ventiladas com painéis extrudados utiliza processo de extrusão, que permite a conformação de ranhuras na placa cerâmica, necessárias para a fixação, além de permitir o uso de vazados, que diminuem o peso próprio das peças. Com 18 milímetros de espessura, esse painel extrudado é o mais leve do mercado, sendo que todo o conjunto pesa apenas 32 kg/m.
Segundo João Paulo Ulrich de Alencastro, gerente de Negócios da Gail, o KeraGail utiliza para fixação uma subestrutura de alumínio normatizada, ao contrário dos sistemas tradicionais, em que o revestimento externo adere à alvenaria. Isso dispensa qualquer tipo de corte ou furo que possa enfraquecer a placa cerâmica, garantindo a estabilidade e segurança do sistema. A empresa comercializa o KeraGail com placas naturais e esmaltadas, com a possibilidade de desenvolver uma centena de cores sob encomenda. Os painéis são produzidos na Alemanha e a subestrutura de alumínio, no Brasil.
VELOCIDADE DAS OBRAS
Nos últimos anos, o interesse pelos painéis arquitetônicos também vem aumentando na Munte, conforme atesta o número de consultas à área comercial. Segundo Railton A. Carvalho, gerente geral de Vendas e Marketing, a crescente procura se deve à velocidade cada vez maior de execução das obras. "Além de proporcionar repetitividade e agilidade de aplicação, o painel arquitetônico é uma alternativa de custo/benefício interessante", observa. Em concreto acabado, os painéis da Munte oferecem texturas com jato de areia, argamassa projetada, granilha exposta e com aplicação de cerâmica, entre outras possibilidades, podendo incluir, ainda, estilos de época. Os painéis são de concreto autoadensável, com agregados especiais, variando de acordo com o interesse do cliente, que também pode escolher a textura. Para a fixação utilizam-se inserts metálicos e o tamanho dos módulos atende às especificações do projeto, considerando o peso da peça, a forma de montagem, a aplicação e outras variáveis.
Sistema com cerâmica extrudada, da Gail, indicado para fachadas-cortinas ventiladas


Edifícios com painéis arquitetônicos da Munte
Lançamento da Suldeste: paredes duplas pré-moldadas
CRIATIVIDADE SEM LIMITES
Produtora de painéis jateados com esferas de vidro, painéis lavados e com revestimento de granito, a Stamp informa que o mercado de pré-fabricados arquitetônicos se manteve estável em relação a 2006, mas que, em 2008, cresceu 15% em relação a 2007. "Para 2009, esperamos um crescimento de 10% em comparação com o ano anterior", informa Fernando Gaion, diretor geral da empresa. Os produtos da Stamp não impõem limitação quanto ao padrão de acabamento, indicado pelo próprio cliente ou pelo arquiteto. Pode-se, ainda, recorrer à execução de protótipo em tamanho real, para aprovação final da geometria e acabamento.
Em alguns casos, é possível utilizar o processo de painéis com revestimento de granito. Nesse caso, em vez de o granito ser assentado na obra, as placas podem ser fixadas diretamente no painel pré-fabricado, ainda no momento da sua concretagem. "Tudo isso é realizado em fábrica, propiciando uma qualidade de execução incomparável em relação ao método convencional de colocação de granito in loco", frisa Gaion. Segundo o diretor, as vantagens dos painéis Stamp ficam mais evidentes quando o grupo de trabalho e o gerente da obra têm a possibilidade de elaborar juntos os projetos a partir da fase de desenho, levando em conta aspectos como tipo de textura, modulações, módulos eficazes e econômicos, sistema estrutural, procedimentos e cronogramas de montagem. Dessa forma, o tempo utilizado para planejamento tem o seu retorno na forma de construção acelerada e economia de custos. Os painéis Stamp formam a estrutura que suporta as lajes no perímetro dos prédios e, segundo o projeto do térreo, essa integração estrutural pode ajudar a eliminar colunas ou pilares interiores, resultando em maior espaço. Outra vantagem é a eliminação de contramarcos, permitindo a produção padronizada das esquadrias e a sua rápida instalação sem necessidade de proteções especiais.
PAREDES DUPLAS
Em 2009 outra novidade chegará ao mercado. A Sudeste começa a fabricar paredes duplas pré-moldadas que já saem de fábrica com acabamento que possibilita pintura e texturas, assim como integração com batentes, janelas, saídas de encanamento e energia. "Existem mais de 200 empresas de paredes duplas na Europa, mas a Sudeste é a primeira da América Latina a trazer essa tecnologia para o Brasil", informa Fábio Casagrande, sócio-diretor da companhia. Em fase final de implantação, a fábrica está sendo construída em Nova Odessa, interior de São Paulo, com uma planta de 50 mil metros quadrados e capacidade de produção diária de 2.100 metros quadrados. "Trata-se de um processo construtivo automatizado, que constitui uma revolução para o mercado em termos de tempo de execução e praticidade, pois não necessita de mão-de-obra especializada para montagem", observa Casagrande. Depois de concretada, a construção torna-se uma estrutura monolítica extremamente estável.
Produtora de painéis jateados com esferas de vidro, painéis lavados e com revestimento de granito, a Stamp informa que o mercado de pré-fabricados arquitetônicos se manteve estável em relação a 2006, mas que, em 2008, cresceu 15% em relação a 2007. "Para 2009, esperamos um crescimento de 10% em comparação com o ano anterior", informa Fernando Gaion, diretor geral da empresa. Os produtos da Stamp não impõem limitação quanto ao padrão de acabamento, indicado pelo próprio cliente ou pelo arquiteto. Pode-se, ainda, recorrer à execução de protótipo em tamanho real, para aprovação final da geometria e acabamento.
Em alguns casos, é possível utilizar o processo de painéis com revestimento de granito. Nesse caso, em vez de o granito ser assentado na obra, as placas podem ser fixadas diretamente no painel pré-fabricado, ainda no momento da sua concretagem. "Tudo isso é realizado em fábrica, propiciando uma qualidade de execução incomparável em relação ao método convencional de colocação de granito in loco", frisa Gaion. Segundo o diretor, as vantagens dos painéis Stamp ficam mais evidentes quando o grupo de trabalho e o gerente da obra têm a possibilidade de elaborar juntos os projetos a partir da fase de desenho, levando em conta aspectos como tipo de textura, modulações, módulos eficazes e econômicos, sistema estrutural, procedimentos e cronogramas de montagem. Dessa forma, o tempo utilizado para planejamento tem o seu retorno na forma de construção acelerada e economia de custos. Os painéis Stamp formam a estrutura que suporta as lajes no perímetro dos prédios e, segundo o projeto do térreo, essa integração estrutural pode ajudar a eliminar colunas ou pilares interiores, resultando em maior espaço. Outra vantagem é a eliminação de contramarcos, permitindo a produção padronizada das esquadrias e a sua rápida instalação sem necessidade de proteções especiais.
PAREDES DUPLAS
Em 2009 outra novidade chegará ao mercado. A Sudeste começa a fabricar paredes duplas pré-moldadas que já saem de fábrica com acabamento que possibilita pintura e texturas, assim como integração com batentes, janelas, saídas de encanamento e energia. "Existem mais de 200 empresas de paredes duplas na Europa, mas a Sudeste é a primeira da América Latina a trazer essa tecnologia para o Brasil", informa Fábio Casagrande, sócio-diretor da companhia. Em fase final de implantação, a fábrica está sendo construída em Nova Odessa, interior de São Paulo, com uma planta de 50 mil metros quadrados e capacidade de produção diária de 2.100 metros quadrados. "Trata-se de um processo construtivo automatizado, que constitui uma revolução para o mercado em termos de tempo de execução e praticidade, pois não necessita de mão-de-obra especializada para montagem", observa Casagrande. Depois de concretada, a construção torna-se uma estrutura monolítica extremamente estável.
Texto de Jaime Silva
Publicada originalmente em FINESTRA
Edição 56 Março de 2009
Publicada originalmente em FINESTRA
Edição 56 Março de 2009
Normas revisadas
Revisada há dois anos, a NBR 9.062 - Projeto e Execução de Estruturas de Concreto Pré-Moldado teve seu foco, principalmente, na ampliação dos aspectos de durabilidade, tendo como referência a própria revisão da NBR 6.118 (cobrimentos correlacionados com as classes de agressividade ambiental do local onde a edificação será executada). Foram definidos limites de deslocamentos em serviço, evitando-se patologias nas interfaces com outros sistemas construtivos; parâmetros para a utilização de ligações semirrígidas, que influenciam diretamente os efeitos de segunda ordem na edificação; parâmetros para melhor utilização dos softwares de cálculo, controle de qualidade, ampliação de tolerâncias dimensionais para produção e montagem dos elementos. A revisão também melhorou a orientação para utilização de alças e sistemas de içamento, visando maior segurança na movimentação e transporte. Agora é a vez da revisão da norma específica de lajes e painéis alveolares através da comissão de estudos do CB-18 da ABNT (cimento, concreto e agregados), a CE 18:600.19 - Comissão de Estudos de Lajes e Painéis Alveolares de Estruturas de Concreto Pré-Fabricado. A Abcic estabeleceu um comitê específico de normalização para contínua avaliação da necessidade de melhoria das normas técnicas relacionadas ao setor.



Vila Olímpia Corporate, de Aflalo & Gasperini, com pré-moldados de fachada da Stamp


