Veja os finalistas: prêmio de design Instituto Tomie Ohtake

O 2º Prêmio de Design Instituto Tomie Ohtake Leroy Merlin divulgou os projetos de universitários e recém-formados selecionados para a etapa final

Remonte é um dos trabalhos selecionados (arquitetura): um estudo de abrigo efêmero emergencial. De Julia Lins e Silva Dutra e Maria de Castro Viana, da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco.


O Instituto Tomie Ohtake anunciou os 15 projetos selecionados pelo 2º Prêmio de Design Instituto Tomie Ohtake Leroy Merlin, que nesta edição sugeriu o tema CIRCULAR, instigando proposições e discussões sobre a palavra como sinônimo de deslocamento, movimento, comunicação, troca, renovação, sustentabilidade, além de outras percepções que o termo pode trazer.

Dedicada a estudantes universitários e recém-formados de todo o Brasil e de qualquer área, a premiação – voltada a propostas relacionadas a produto, mobiliário, moda, interiores, arquitetura, web, gráfico, serviço, entre outros segmentos – registrou 133 inscrições provenientes de 18 estados brasileiros, além do Distrito Federal.

Os selecionados receberão R$ 5 000 para desenvolvimento do protótipo que será exposto a partir de 26 de março de 2020, no Instituto Tomie Ohtake. Na abertura da mostra, serão anunciados os três premiados contemplados com bolsas de estudo em cursos livres de design no exterior.

Com perfil distinto das usuais premiações de design, o Prêmio de Design Instituto Tomie Ohtake Leroy Merlin tem uma proposta inovadora: abdicando de categorias de premiação, propõe a cada edição um tema-desafio a estudantes universitários. A partir desse tema, projetos podem ser inscritos por universitários e recém-formados de qualquer área, não se restringindo somente a estudantes de design. A ideia é premiar propostas que destaquem e concebam a relação do design com outros campos, como arquitetura, biologia, engenharia, moda, tecnologia e ciências sociais. Com esses pressupostos, o prêmio procura ressaltar que atualmente as propostas mais contundentes de design acontecem em diálogo com diferentes especialidades, instigando soluções inovadoras que possam responder a questões contemporâneas que discutam nosso cenário social, político, urbano, habitacional, além de novas demandas tecnológicas, novos equipamentos, publicações e mídias digitais.

O júri, composto por Guilherme Falcão, Indaia Militão, Luís Antônio Jorge, Luiza Crosman, Pedro Moraes, Priscyla Gomes e Rodrigo Ohtake, se encarregou da seleção dos 15 projetos:


Aplicativo Composto (web), Maria Eduarda Iranaga, (UFPR - Universidade Federal do Paraná)


Arrudeio (gráfico), Maria Beatriz Mendonça de Oliveira, (Unit - Universidade Tiradentes – SE);


Banco de Resíduos Têxteis (serviço), Brunna Gonçalves Ramos, (UEL - Universidade Estadual de Londrina);


Binder – Resumos e Mapas Mentais (educação), Pedro Henrique Santana Castro, (UNIFACS - Universidade Salvador);


Do cangaço ao skate: um possível diálogo estético (moda), Carlos Eduardo de Castro Cruz, (Faculdade Santa Marcelina);


Espaço Nômade (arquitetura), Giovani Lemos Damasio, (UEM - Universidade Estadual de Maringá);


Hortas Verticais, Horizontais e Cooperativa aplicadas em conjunto habitacional popular (arquitetura), Gabriela Chiappa da Rosa, (UFN - Universidade Franciscana);


Luminária Ó (produto), Clara Acioli, (UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro);


Remonta, (moda), Bruno Alves, Gabriela Padua, (ESAMC Uberlândia);


REMONTE - Estudo de abrigo efêmero emergencial (arquitetura), Julia Lins e Silva Dutra, Maria de Castro Viana, (UFPE - Universidade Federal de Pernambuco);



Shellpod - Uma Visão Crítica da Habitação Emergencial, (arquitetura), Leonardo Zanatta, (UPF - Universidade de Passo Fundo);


Um lugar para todas (arquitetura), Laura D Valdivieso, Marta Benito, (USP - Universidade de São Paulo);


UP LAB (arquitetura), Natália Fernanda Vieira Zoilo, Mariana Rodrigues Fozzatti, Thiago de Paula Nardelli, (PUC-Campinas - Pontifícia Universidade Católica de Campinas);


Voluta (tecnologia), Gabriela de Sá Garay Corrêa, (UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul); 


w.e.s - what eccentric specs! (produto), Helena Resende Ribas (UFPR - Universidade Federal do Paraná).

Com perfil distinto das usuais premiações de design, o Prêmio de Design Instituto Tomie Ohtake Leroy Merlin tem uma proposta inovadora: abdicando de categorias de premiação, propõe a cada edição um tema-desafio a estudantes universitários. A partir desse tema, projetos podem ser inscritos por universitários e recém-formados de qualquer área, não se restringindo somente a estudantes de design. A ideia é premiar propostas que destaquem e concebam a relação do design com outros campos, como arquitetura, biologia, engenharia, moda, tecnologia e ciências sociais. Com esses pressupostos, o prêmio procura ressaltar que atualmente as propostas mais contundentes de design acontecem em diálogo com diferentes especialidades, instigando soluções inovadoras que possam responder a questões contemporâneas que discutam nosso cenário social, político, urbano, habitacional, além de novas demandas tecnológicas, novos equipamentos, publicações e mídias digitais.

Fonte: comunicação/Instituto Tomie Ohtake

Instituto Tomie Ohtake
Local Complexo Aché Cultural
Endereço Av. Faria Lima 201 - Entrada pela Rua Coropés, 88, Pinheiros, Sâo Paulo, SP
Metrô mais próximo - Estação Faria Lima/Linha 4 - amarela

Publicada originalmente em ARCOweb em 02 de Dezembro de 2019
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