Bacco Arquitetos Associados: Aeroportos de Vitória e Belo Horizonte

Trajetória em aeroportos

Foi em 1997 que teve início o histórico do Bacco, escritório liderado por Marcelo Barbosa e Jupira Corbucci, com projetos de aeroportos. A partir de obras pontuais, pouco a pouco se credenciaram para conceber o seu primeiro aeroporto completo, o Aeroporto de Vitória, em 2002, e, anos mais tarde, a ampliação do aeroporto de Belo Horizonte, ambos publicados nesta matéria. Novo passo nessa trajetória de aprendizado - que os arquitetos mencionam como não especialização - são de sua autoria, em equipe multidisciplinar, os estudos eleitos pelo governo federal em 2018 para informar a mais recente rodada de privatização de aeroportos brasileiros, 12 no total, ocorrida em março deste ano

Quando em 2002 o Bacco foi convidado pelo escritório de engenharia Figueiredo Ferraz para desenvolver para a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) o projeto do novo aeroporto de Vitória tinha na bagagem uma série de projetos pontuais para aeroportos brasileiros.

Em 1997, Barbosa e Corbucci venceram concorrência para desenhar o terminal de cargas dos Correios no Aeroporto Internacional de São Paulo e, a partir de então, a Infraero passou a chamá-los para pequenas concorrências: reforma do Aeroporto Internacional de Corumbá (1988), uma ampliação do Aeroporto de São José dos Campos (1988), reforma das torres de controle dos aeroportos de Bauru e de Presidente Prudente, novo incinerador de lixo do Aeroporto Internacional de Campo Grande, todos em 1999. Com tal experiência adquirida, o passo seguinte foi participar de uma concorrência maior, para o centro de manutenção do Aeroporto Internacional de São Paulo, que os credenciou, então, para serem contratados para o projeto de Vitória.

Fazia 27 anos que o aeroporto capixaba havia sido incorporado pela Infraero, cogitando-se desde 1975 a sua expansão. Depois de abandonada a ideia de trasladar o equipamento na cidade, concluiu-se pela construção de um novo edifício no mesmo sítio, cuja concepção ficou a cargo da dupla de arquitetos.

O projeto básico de 2002 e o projeto executivo de 2005, ambos de autoria do escritório, consideravam a criação de novos pista de pouso, pista de taxiamento, torre de controle, estacionamento, central de utilidades, portarias e um novo terminal de passageiros, apto a acolher frequência quase três vezes maior do que a da época do início do trabalho, de 3,3 milhões de passageiros ao ano. Repensando esse projeto, Barbosa atribui à somatória dos trabalhos anteriores para aeroportos o sucesso daquele de Vitória, que resistiu aos percalços da interrupção da construção por 10 anos.

“A compreensão do funcionamento dos fluxos e meandros de um projeto aeroportuário necessita de um aprendizado. Foi fundamental o nosso começo com pequenas obras, entendendo o projeto de um aeroporto, estudando as normas da IATA [sigla, em inglês, para Associação Internacional de Transportes Aéreos] em pequenas unidades regionais, para desenvolvermos um aeroporto maior”, relata o arquiteto.

Em 2005 começaram as obras em Vitória, prontamente interrompidas, porém, por determinação doTribunal de Contas da União (TCU), até que em 2008 o consórcio responsável pela construção - formado pelas empresas Camargo Corrêa, Mendes Júnior e Estacon - abandonou o canteiro de obras.

Passaram-se nove anos e, em novembro de 2014, ocorreu uma nova licitação, resultando na retomada dos trabalhos em 2015. “O projeto de um aeroporto obedece um crescimento planejado. Passados dez anos o terminal teve que ser ajustado às novas demandas de passageiros e de operação. Então, mantivemos a casca e ajustamos as áreas internas, ampliando o conector (de onde derivam as pontes de embarque) e o estacionamento, bem como fizemos alterações pontuais”, explica Barbosa, salientando a capacidade do projeto original de assimilar tais modificações.

Em 29 de março de 2018, então, após 16 anos do início do projeto e cinco anos desde a atualização do projeto executivo pelo Bacco, o novo aeroporto foi inaugurado. Conformado por dois pavimentos (check-in e desembarque no térreo, embarque no pavimento superior), ele tem volumetria pavilhonar que acolhe, no eixo longitudinal, um núcleo com estrutura de concreto e, em torno dele, amplas salas. Na face voltada para a pista - girada em direção ao mar -, a fachada é envidraçada, enquanto que naquela frontal há painéis metálicos coloridos.

Em corte transversal, de um lado e do outro do volume central, a cobertura metálica se inclina para fora em movimento ascendente, sendo levemente arredondada no topo a fim de evitar reflexos de luz nas telhas, capazes de dificultar o pouso das aeronaves.

No longo período de construção do aeroporto de Vitória, o escritório Bacco continuou a investir em projetos do setor, tendo participado em 2004 do - único no Brasil - concurso público de arquitetura para a concepção do aeroporto de Florianópolis (vencido pelo escritório Biselli Katchborian e com as propostas do Bacco e de Sérgio Parada classificadas em segundo e terceiro lugares, respectivamente) e, entre outros, desenvolvido o projeto de ampliação do aeroporto de Belo Horizonte, a partir de 2014.

Foram anos decisivos para o transporte aéreo no país que, segundo dados da Secretaria de Aviação Civil (Anac), cresceu 170% em número anual de passageiros entre 2004 e 2014, quando alcançou a marca de 117 milhões. Estima‑se que esse montante chegará a 600 milhões ao ano em 2034, para o que contribuirão as melhorias aeroportuárias a cargo da iniciativa privada desde 2011 (22 concessões já foram feitas em cinco rodadas a partir daquele ano, com prazos de operação variando de 20 a 30 anos).

Belo Horizonte

Em sentidos opostos, 2005 foi um ano marcante para os aeroportos de Vitória e de Belo Horizonte, ambos com projetos desenvolvidos pelo Bacco. Negativo para o primeiro, por ter início o período de dez anos de interrupção da sua construção, e positivo para o segundo, que teve a frequência de uso ampliada desde que se restringiu a operação do aeroporto de Pampulha, seu concorrente até então. O crescimento operacional do aeroporto de Belo Horizonte fez com que, em 2012, fosse atingida a frequência máxima para a qual foi projetado, por Milton Ramos, de 7 milhões de passageiros ao ano.

Naquela época, a empresa global de consultoria Leigh Fisher realizou um plano conceitual de desenvolvimento do aeroporto mineiro, dividido em quatro etapas. Contratado pela Estruturadora Brasileira de Projetos (EBP, uma associação entre o Banco Nacional para o Desenvolvimento Econômico e Social e bancos privados) e pela International Finance Corporation (instituição ligada ao Banco Mundial), o estudo da Leigh Fisher incluía também o aeroporto de Galeão, no Rio de Janeiro, que ao lado do de Minas Gerais teve concessão leiloada em novembro de 2013.

Em Minas Gerais, a BH Airport, composta pelo Grupo CCR e pela Zurich Airport, venceu a concessão dos serviços públicos para a ampliação, manutenção e exploração da infraestrutura do complexo aeroportuário por 30 anos.

A operação teve início em maio de 2014, ano em que a concessionária encomendou ao Bacco o projeto do novo terminal, o TPS2, tendo como ponto de partida o masterplan previamente concebido pelo escritório alemão de arquitetura AMD Sigma para a própria Zurich Airport, o qual, por sua vez, reinterpretava o estudo da Leigh Fisher.

“Contratados, nós propusemos alguns ajustes no projeto da Sigma (com a anuência deles) que davam um economia de pista de taxiamento e melhor viabilidade da obra. Posteriormente elaboramos a cara do novo terminal, com uma proposta de pé-direito maior, tratamento da longa fachada em segmentos, a inclusão de um viaduto, a conexão com o terminal existente. Enfim, elaboramos o projeto como um todo”, discorre Barbosa.

Em termos quantitativos, houve a implantação de 17 novas pontes de embarque (totalizando 26, entre as 44 posições para aeronaves) e a ampliação da capacidade do aeroporto para 22 milhões de passageiros ao ano.

Em termos de programa de necessidades, criou‑se uma nova área de embarque e desembarque internacional e foram aumentadas as áreas de alimentação, lojas e serviços, sendo o Terminal 2 (cerca de 52 mil metros quadrados de área construída, com 650 metros de comprimento) o prolongamento do terminal de passageiros existente.

Neste, o projeto do Bacco incidiu em ajustes emergenciais nos sanitários e áreas comerciais, bem como na melhoria da cobertura de vidro implantada anteriormente pela Infraero na fresta entre o edifício de Milton Ramos e um centro de compras adjacente. A reforma do TPS1 será objeto de uma futura concorrência, informa o arquiteto.

No novo terminal, os embarques para voos internacionais são feitos pelo nível superior enquanto que os desembarques ocorrem pelo piso térreo. Os deslocamentos verticais dos passageiros são realizados por meio de nove escadas rolantes e de 18 elevadores, e, horizontalmente, por três pares de esteiras rolantes que auxiliam o passageiro a percorrer o longo comprimento do terminal.

Com tamanha escala, a simplicidade espacial interna alcançada pelo projeto do Bacco, bem como a sua grande transparência e conexão visual com o entorno, são qualificadores da arquitetura.

“Quando se lida com uma fachada de 600 metros lineares [descontada a metragem do volume de acesso], temos que ter estratégias. No jargão aeroportuário todo aeroporto tem um lado terra e um lado ar. O lado terra se relaciona com automóveis e estacionamentos, mas também é a fachada principal de quem chega para embarcar. Já o lado ar se relaciona com a pista e os aviões, demandando cuidados com ruído e controle de luz. Precisamos agenciar estes usos e prever materiais que sejam adequados às suas prerrogativas”, detalha Barbosa.

Seu projeto balanceia a segmentação das fachadas interna e externa do aeroporto, devido, no lado ar, à interferência das pontes de embarque e, no lado terra, aos volumes sobressalentes de sanitários e aparelhos de ar-condicionado com a ideia de dar ritmo harmônico a elas.

Tanto pela dimensão dos caixilhos, que funcionam como uma faixa envidraçada em meio à altura maior da fachada, quanto pela sucessão não regular dos brises verticais, feitos com lona tensionada. O pé-direito elevado do pavimento superior, 10 metros no total, é um dos pontos de destaque do projeto, igualmente humanizado pela limitação dos caixilhos “a uma altura confortável”, explica o arquiteto.

Chamamento público

Em 2014, mesmo ano do projeto do Bacco para o aeroporto de Minas Gerais, o então Ministério dos Transportes, Portos e Aviação (incorporado em 2019 ao Ministério da Infraestrutura) abriu à iniciativa privada a possibilidade de desenvolver estudos de viabilidade para as licitações de ampliação e modernização de aeroportos. Três anos mais tarde, o Edital de Chamamento Público de Estudos Nº 1/2017 adotou tal medida para 14 aeroportos brasileiros, sendo excluído posteriormente o aeroporto de Congonhas, em São Paulo.

É por meio do chamamento público que se abre o Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI), através do qual o governo escolhe (total ou parcialmente) o projeto que vai informar o edital de licitação, cabendo à concessionária vitoriosa o pagamento dos estudos preparatórios.

O consórcio vencedor do leilão tem certa liberdade para implantar as diretrizes do edital - tal como as alterações sugeridas pela AD Sigma e posteriormente pelo Bacco em relação ao estudo da Leigh Fisher que orientou a licitação do aeroporto de Belo Horizonte - e total autonomia para constituir a sua equipe técnica.

Relatórios de mercado, engenharia, ambiental e financeiro foram demandados no PMI dos aeroportos, de 2017, para cada um dos 13 aeroportos agrupados em três regiões (Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste). O valor total de ressarcimento dos estudos era de até cerca de 73 milhões de reais.

Para participar do PMI, as empresas devem comprovar experiência no setor aeroportuário, requisito atendido pelo Bacco que, em consórcio liderado pela Moysés & Pires Sociedade de Advogados, apresentou estudos para todos os blocos de aeroportos em questão. Foram quatro intensos meses de trabalho que, em termos institucionais, significaram a conquista de uma nova frente de ação do escritório de arquitetura no segmento de projetos de infraestrutura aeroportuária.

Uma estréia vitoriosa, pois em Nota Técnica publicada pelo então Ministério dos Transportes, Portos e Aviação em 2018, o consórcio integrado pelo Bacco conquistou a maior nota - entre os três participantes qualificados - nos estudos para todos os aeroportos.

Após a realização posterior de audiências públicas, com a decisão, por exemplo, de retirar do edital o aeroporto de Barra do Garças, em Mato Grosso, a quinta rodada do leilão de concessão de aeroportos brasileiros à iniciativa privada foi realizada em 15 de março de 2019.

A espanhola Aena venceu a licitação do Bloco Nordeste (aeroportos do Recife, de Maceió, de Aracaju, de João Pessoa, de Juazeiro do Norte e de Campina Grande); o consórcio das empresas rodoviárias Socicam e Sinart arrematou a licitação do Bloco Centro-Oeste (aeroportos de Cuiabá, de Rondonópolis, aeroporto Piloto Osvaldo Marques Dias, em Alta Floresta, e aeroporto de Sinop, todos em Mato Grosso); enquanto que a Zurich Airport (que deu lance também para o Bloco Nordeste) foi a vencedora do Bloco Sudeste (aeroportos de Vitória e de Macaé). O início efetivo das concessões foi previsto para este mês de setembro de 2019.

Um ano depois de ser inaugurado, assim, a história do aeroporto de Vitória se cruza novamente com a do Bacco. Afinal, o equipamento de sua autoria foi privatizado conforme estudos elaborados pelo do próprio escritório paulistano de arquitetura, que já está envolvido com a sexta rodada de concessões de aeroportos brasileiros à iniciativa privada. Desde maio passado, o consórcio integrado pelo Bacco está elaborando os relatórios para os 22 aeroportos das três regiões em que está estruturado esse novo PMI.


Bacco

O Bacco Arquitetos é uma empresa pluridisciplinar que atua há 25 anos, aliando a vertente empresarial àquela do atelier de arquitetura e urbanismo, em que as discussões e a reflexão norteiam a concepção do espaço. A equipe Bacco atua, portanto, como um núcleo de desenvolvimento, coordenação e controle de qualidade de projetos, além de efetivar parcerias com equipes qualificadas para a prestação de serviços. Marcelo Barbosa (Universidade Presbiteriana Mackenzie, 1984) e Jupira Corbucci (Pontifícia Universidade Católica de Campinas, 1984) são seus sócios fundadores.



Ficha Técnica

Aeroporto Internacional de Vitória
Local
Vitória (ES)
Início do projeto 2002
Conclusão da obra 2018
Área do terreno 563 ha
Área construída 28.039 m2

Arquitetura Bacco Arquitetos Associados - Marcelo Barbosa, Jupira Corbucci (autores); Aline Chiaverini D’Avola, Ana Cecília Parente de Mello, Antônio Carlos Rossi Júnior, Carlos Arellano Rivera, Fábio Mosaner, Gabriela Antunes, Guilherme Ortenblad, Heralcir Césari Valente da Silva, Laura Elisa Poggio, Luis Fernando Farkas Crepaldi, Ludmila Cavalli (colaboradores); Fernanda Critelli, Miguel Rocha, Renato Barletta, Vanessa Cicarelli (estagiários); Alexandre Kishimoto (informática); Debora Ribeiro da Silva (secretária)
Construção Consórcio Camargo Corrêa, Mendes Junior, Estacon (primeira fase); Construtora JL (fase final da obra)
Fotos Ana Mello

 

Aeroporto Internacional de Belo Horizonte
Local
Confins (MG)
Início do projeto 2014
Conclusão da obra 2017
Área construída 52.000 m2 (TPS2), 1.500 m2 (CUT2), 1.830 m2 (viaduto)
Área de reforma 77.154 m2 (TPS1), 6.436 m2 (TPS3)

Arquitetura Bacco Arquitetos Associados - Marcelo Barbosa, Jupira Corbucci (autores); Laura Elisa Poggio (coordenadora arquitetura); Adriana Junquer Collet, André Suk Ko, Bruno Manzatto, Bruno Taiar de Carvalho, Cristina Onone Gialain, Edson Maruyama, Geane Kaori Natsumeda, Glaucia Cristina Hokama, Gustavo Prado Fontes, Heitor Savala dos Santos, Heralcir Césari Valente da Silva, João Paulo Procópio Lacerda, Jonas Henriqson, Laís Labate, Laura Elisa Poggio, Ludmila Cavalli, Natalie Tchilian, Nathalie Hellmich Gomes, Ricardo de Queiroz, Vinícius Barreto, Vivian Fogolin Santinon (colaboradores); Débora de Oliveira Bueno, Emely Flores, Jayne Lima Pacheco, Jelena Tasi’c, Jaqueline Dias Bueno (estagiários); Camila Sousa, Gisele Gonzalez Lestingi, Pedro Martins (quantificação); Márcio Ferreira Rangel, Mauricio Cavalcante (gerenciamento); Debora Ribeiro da Silva (secretária)
Contratante BH Airport
Masterplan AMD Sigma - Lutz Weisser
Construção Racional Engenharia
Fotos Ana Mello

 

Consórcio PMI
Bacco (projeto arquitetônico dos terminais e do sítio aeroportuário);
CPEA (estudos ambientais);
Infraway (estudos de engenharia);
Moysés & Pires Sociedade de Advogados (análises jurídicas);
Terrafirma (estudos de mercado e avaliação econômico-financeira);
Proficenter (orçamentos);
Geasanevita (tratamento de esgoto, água potável e resíduos sólidos);
Solocap (ensaios geotécnicos);
GF Engenharia (elétrica e auxílio à navegação);
Planejavale (Capex - elétrica e auxílio à navegação)

Fornecedores

Aeroporto Internacional de Vitória
Docol (metais sanitários);
Duratex (louças);
Biancogres (piso);
Viminas Vidros Especiais (vidros);
Atlas Schindler (elevadores e escadas rolantes);
Bemo do Brasil (cobertura);
Cassol (estrutura pré-fabricada);
Projeto - Projeto Alumínio (alumínio composto da fachada);
Cerâmica Atlas (pastilhas da fachada)

Aeroporto Internacional de Belo Horizonte
Alucomaxx do Brasil
(alumínio composto das fachadas);
Assa Abloy (ferragens);
Baueco (pisos em borracha);
Deca (louças e metais);
Eliane Revestimentos (azulejos de fachada);
Hunter Douglas Brasil (forros de madeira, brises metálicos da fachada ar);
Isoeste (telhas de cobertura);
Pertech (painéis em resina fenólica);
Portobello (cerâmica e porcelanato);
Saint Gobain - Placo e Isover (materiais de isolamento termoacústico, dry wall e painéis cimentícios);
Serge Ferrari (brises em membrana);
Vitra (mobiliário e longarinas);
Sulmetais (forros metálicos);
Cebrace (vidros laminados e temperados);
Codeme (estrutura metálica)

Texto de Evelise Grunow| Publicada originalmente em Projeto Design na Edição 450
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